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Pesquisa de marketing para saber mais sobre os clientes

Levantamento realizado pela Marketing Sherpa procurou descobrir quais eram as ferramentas de pesquisa de marketing mais usadas pelas empresas dos Estados Unidos para descobrir dados sobre comportamento de seus clientes. Veja os resultados no gráfico a seguir.

Quais das seguintes técnicas de pesquisa de marketing sua empresa usa para saber mais sobre os clientes? Fonte: Marketing Sherpa (2013) Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Quais das seguintes técnicas de pesquisa de marketing sua empresa usa para saber mais sobre os clientes? Fonte: Marketing Sherpa (2013) Gráfico por Géssica Hellmann & Cia

A Marketing Sherpa perguntou “Quais das seguintes ferramentas de pesquisa de marketing sua empresa usa para saber mais sobre os clientes”.  A técnica mais mencionada, totalizando 69%, foi a “Análise de métricas internas”, seguida por “Testagem unifatorial (A/B)” (59%), “Grupos de foco ou levantamentos” (43%), “Testagem sequencial” (30%) e “Testagem multifatorial” (27%).

Esse resultado leva a duas conclusões que podem decidir o futuro de sua empresa.

Em primeiro lugar, o marketing só pode ser feito de forma profissional com o uso de pesquisa de mercado. É preciso testar as premissas, as hipóteses, que deram origem pelo menos às decisões mais críticas de sua política de marketing.

Em segundo lugar, as empresas que tomam decisões de marketing com base em coisas como “intuição” e “bom senso” estão, na verdade, apostando o próprio futuro na loteria.

Existem duas maneiras de averiguar a qualidade de suas decisões de marketing. A primeira consiste em realizar uma pesquisa para verificar se pelo menos as hipóteses mais importantes sobre o mercado, os clientes e sua oferta estão corretas. As empresas que usam sistematicamente este método descobrem rapidamente que o “bom senso” está simplesmente errado durante boa parte do tempo. Com isso, essas empresas acumulam conhecimento que permite que elas acertem muito mais do que errem.

Já o segundo método consiste em usar o “bom senso”. Ou seja, a sua empresa lança o produto ou campanha e espera para ver o que acontece. Se der certo, ótimo. Se der errado, você perde todo o dinheiro investido.

Incrivelmente, muitas empresas brasileiras preferem o segundo método, por medo dos “custos” de um projeto profissional de pesquisa de mercado.

Não é surpresa que a taxa de mortalidade das empresas brasileiras nos primeiros dois anos, segundo o SEBRAE, atinja mais de 1 em cada 4 empresas e, em 3 anos, chegue a quase metade das empresas, segundo o IBGE. Afinal, um foco obsessivo no controle de “custos” que leva a sacrificar a racionalidade das decisões responsáveis por gerar receitas de vendas acaba privando a empresa de seu oxigênio vital.

Marketing existe para gerar receitas de vendas. Marketing serve para levar os clientes até sua empresa. Marketing serve para levar até você as pessoas que estão dispostas a dar o próprio dinheiro a você em troca de seu produto.

As decisões de uma atividade tão importante quanto o marketing não podem ficar a cargo da “sorte”.

Comece imediatamente a adotar uma cultura de pesquisa de marketing em sua empresa. Organize fontes de informação secundária e distribua essas informações entre todos os responsáveis pelas tomadas de decisão de marketing. Em seguida, identifique as hipóteses críticas que fundamentam suas decisões de marketing e encomende estudos sob medida a profissionais e empresas qualificados.

Agindo assim, sua empresa rapidamente acumulará conhecimento sobre o mercado e aumentará continuamente a taxa de acertos de sua política de marketing.

Precisa de ajuda para implantar uma cultura de pesquisa de mercado para sua empresa? Deseja realizar um projeto de coleta e distribuição contínua informações de fontes secundárias? Precisa realizar uma pesquisa de fonte primária? Entre em contato pelo formulário a seguir!







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Adobe: conteúdo diversificado aumenta aderência ao site

A Adobe divulgou um estudo baseado em dados agregados e anônimos de 15 bilhões de visitas a mais de 600 sites em Janeiro de 2013. O estudo avaliou as melhores práticas de marketing de conteúdo nos cinco setores com melhor desempenho: Varejo, Entretenimento, Viagens e Hospitalidade, Serviços Financeiros e Alta Tecnologia. Veja a seguir os principais resultados.

O caminho do sucesso nos smartphones

Gráfico 1 - Participação no total de visitas com smartphones: melhores resultados e média por setor. Fonte: Adobe (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 1 – Participação no total de visitas com smartphones: melhores resultados e média por setor. Fonte: Adobe (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

No gráfico 1, vemos uma comparação do desempenho dos melhores sites em relação à média do setor no critério “visitas com smartphones”. Observe que o desempenho dos melhores chega a ser mais de 50% superior à média do setor. Segundo a Adobe, os usuários de smartphones adoram email, pesquisa e mídias sociais, sendo mais inclinados a explorar sites que não conhecem. Eles fazem mais pesquisas do que os outros usuários e têm maior probabilidade de abrir links enviados por email. A chave para conquistar esse usuário é criar websites fáceis de navegar nos dispositivos móveis e com conteúdo relevante.

Como conquistar os usuários de tablets

Gráfico 2 - Participação sobre o total de visitas de usuários de tablets por setor. Fonte: Adobe (2013) Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 2 – Participação sobre o total de visitas de usuários de tablets por setor. Fonte: Adobe (2013) Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Como podemos ver no gráfico 2, a diferença de performance entre os melhores e a média do setor não é tão dramática entre os usuários de tablets quanto entre os celulares, mas ainda assim é bastante acentuado, especialmente nos sites de Varejo e Mídia e Entretenimento. Para a Adobe, a preferência dos usuários de tablets por “gadgets” (novidades tecnológicas) é uma oportunidade mal aproveitada pelos sites de Alta Tecnologia. As principais características dos usuários de tablets salientadas pela Adobe:

  • Gostam de experiências rich media e vídeos.
  • Gastam mais dinheiro do que a média em sites de varejo e viagens.
  • Ficam facilmente frustrados com tecnologias que não funcionam em tablets.
  • Usam o dispositivo mais frequentemente em casa, substituindo o computador.
  • Têm renda superior à média e são atraídos por novidades tecnológicas.

Taxa de aderência: como fazer o usuário colar no seu site

Gráfico 3 - Taxa de aderência dos visitantes por setor. Fonte: Adobe (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 3 – Taxa de aderência dos visitantes por setor. Fonte: Adobe (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

A “taxa de aderência” é o conceito correlato e oposto à famosa “taxa de rejeição” (mais bem traduzida como “taxa de repique”) do Google Analytics: trata-se da quantidade de usuários que visitam mais de uma página de um site. A taxa de aderência é um importante indicador tanto do potencial de aquisição de clientes, encaminhando-os através do funil de vendas, quanto da própria qualidade do conteúdo e sua capacidade de gerar engajamento.

Os campeões em aderência identificados no estudo da Adobe estão no setor de serviços financeiros, que chegam a obter 72% de aderência contra 52% na média do setor.

Para aumentar a taxa de aderência é necessário diversificar o conteúdo, priorizar o investimento em conteúdo em função de sua capacidade de gerar interesse e aperfeiçoar constantemente o design e a estrutura de navegação do site.

Profundidade da visita: seu visitante saboreia o seu conteúdo

Gráfico 4 - Profundidade da visita ou Número de páginas por visita, por setor. Fonte: Adobe (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 4 – Profundidade da visita ou Número de páginas por visita: tabulação por segmento. Fonte: Adobe (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

O número de páginas por visita, também conhecido como “Profundidade da visita”, é um importante indicador na medida em que fornece uma medida exata do quanto o seu conteúdo é capaz de manter o visitante no seu site, estando fortemente correlacionado, segundo a Adobe, à conversão em sites de Varejo, Viagens e Entretenimento. De qualquer forma, trata-se de uma métrica que precisa ser coligida com a taxa de conversão para avaliar o quanto o seu conteúdo está engajando os clientes através do funil de vendas.

Duração das visitas: seu site vale o tempo do visitante?

Gráfico 5 - Duração das visitas por setor. Fonte: Adobe (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 5 – Duração das visitas por setor. Fonte: Adobe (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Como era de se esperar, os sites de mídia e entretenimento lideram em termos de duração das visitas. Segundo a Adobe, é um indicador de engajamento ainda melhor do que a profundidade das visitas, na medida em que o visitante pode visitar um grande número de páginas devido a fatores como uma estrutura de navegação confusa. À medida que os sites incluem vídeos e rich media em seu conteúdo, o tempo de duração das visitas tende a aumentar.

Taxa de conversão: a hora de fazer dinheiro com seu site

Gráfico 6 - Taxa de conversão nos setores de Varejo, Alta Tecnologia e Viagens. Fonte: Adobe (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 6 – Taxa de conversão nos setores de Varejo, Alta Tecnologia e Viagens. Fonte: Adobe (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

A taxa de conversão é, em última análise, o objetivo final de todas as empresas que criam um site e investem em produção de conteúdo para mantê-lo atualizado. Afinal de contas, todo esse investimento só se justifica se induzir o visitante a fazer alguma coisa em seu website: comprar um produto, assinar uma newsletter, fazer um download, preencher um cadastro, solicitar um orçamento, assinar uma petição, compartilhar um conteúdo, entrar em contato. Justamente pelo fato de que as percentagens são tão pequenas, é necessário um grande número de visitas e uma série de providências para melhorar a conversão desses visitantes.

Consequências para as empresas brasileiras

Embora os resultados da pesquisa da Adobe sejam focados no mercado dos Estados Unidos, eles fornecem importantes insights sobre as melhores práticas a adotar no planejamento do conteúdo de seu website, especialmente no que se refere à sua adaptação para as mídias móveis.

Uma importante contribuição do estudo da Adobe foi demonstrar a variabilidade dos resultados e desempenho em setores diferentes. Um resultado considerado “bom” em um setor pode ser “fraco” em outro e “excelente” em um terceiro. Cabe assim estabelecer métricas e benchmarks relevantes dentro do setor em que seu website está competindo e trabalhar para superar o desempenho médio dos seus competidores.

Outra importante conclusão que se pode tirar do estudo é a forte indicação favorável ao pressuposto de que conteúdo gera engajamento, que induz à conversão, somando assim mais uma evidência aos diversos estudos que já publicamos aqui sobre o tema.

Assim, se você deseja conversão, você precisa de uma estratégia de marketing de conteúdo capaz de melhorar o desempenho do seu website em todos os indicadores medidos no estudo da Adobe. Para isso, basta entrar em contato pelo formulário abaixo!







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Marketing de Conteúdo: transformando dados em inteligência

Um novo estudo sobre a utilização de dados nas empresas realizado junto a 701 profissionais de marketing, patrocinado por Infogroup Targeting SolutionsYesmail Interactive, revela que uma parcela expressiva dos executivos, embora tenha acesso a um imenso volume de dados, ainda não consegue utilizá-los de forma totalmente eficaz em seus processos de tomada de decisão. Confira a seguir um resumo dos principais resultados.

Canais de comunicação mais citados pelos profissionais de marketing como alvos de personalização com o uso de dados. Fonte: Infogroup/Yesmail (mar/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Canais de comunicação mais citados pelos profissionais de marketing como alvos de personalização com o uso de dados. Fonte: Infogroup/Yesmail (mar/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Investimento crescerá. A expectativa de 68% dos executivos consultados é no sentido de aumentar o investimento relacionado à manipulação de dados em 2013.
  • Novos empregos. 56% pretendem contratar novos funcionários para lidar com a coleta ou análise de dados. O cargo/função mais frequentemente citados foram de analista/estrategista de dados.
  • Dos dados à ação. Quase metade da amostra pesquisada identifica na análise e na aplicação de dados os maiores desafios que enfrentarão em 2013 relativos à manipulação de dados.
  • Falta de controle de qualidade. Mais da metade da amostra afirma não se lembrar quando efetuaram algum tipo de controle de qualidade sobre os dados de clientes.
  • Informação sem personalização. Cerca de 40% disseram que raramente ou nunca personalizam suas mensagens por canal em função das informações que dispõem sobre os clientes.
  • Canais mais usados. Os canais mais citados pelos profissionais que se baseiam em dados para personalizar suas campanhas de comunicação foram
    1. Website: 83%
    2. Email: 72%
    3. Mídias sociais: 59%
    4. Anúncios: 47%
    5. Mala direta: 47%
    6. Impressos: 32%
    7. Telemarketing: 30%
    8. SMS: 17%
  • Fontes de dados. As mídias mais frequentemente citadas como fonte de dados sobre clientes foram as seguintes:
    1. Website analytics: 49%
    2. Interações por email: 19%
    3. Interações nas mídias sociais: 12%
    4. SMS/phone analytics: 8%
    5. Interação por mala direta: 8%
    6. Anúncios: 3%
    7. Impressos: 1%
  • Tempo oportuno é tempo real. Somam 83% os executivos que planejam aumentar o uso de dados em tempo real em 2013.
  • Expansão para outros canais. Quase 80% planejam usar os dados coletados nas mídias sociais para planejar campanhas de marketing em outros canais em 2013.

Consequências para as empresas brasileiras

Ao avaliar os resultados desta pesquisa, não temos motivo para afirmar que a situação dos executivos brasileiros seja muito melhor. De fato, a internet, desde o seu nascedouro, vem se revelando um sempre crescente manancial de dados sobre praticamente todos os aspectos do comportamento humano. Entretanto, é preciso um investimento maciço de dinheiro, tempo, conhecimento, tecnologia e pessoas para transformar essa avalanche de dados em informação útil para tomada de decisões.

É interessante observar que de 25 a 40% dos executivos consultados pretendem melhorar sua relação com os dados em todos os aspectos: análise, limpeza, coleta e aplicação. A convivência com dados brutos não analisados, desatualizados ou não confiáveis não passa de simples acúmulo de ruído no ambiente de trabalho, contribuindo pouco ou nada para produtividade e resultados.

Por outro lado, por melhores que sejam os seus métodos de coleta, análise e manutenção, é preciso lembrar que os dados são tão úteis quanto as decisões que se tomam a partir deles. Se a empresa dispõe de dados de alta qualidade sobre os seus clientes, é preciso dispor de procedimentos para usá-los na formulação das campanhas de marketing em todos os canais em que a empresa se faça presente. Somente dessa forma o investimento na aquisição, processamento e manutenção desses dados poderá encontrar sua justificativa econômica.

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Statcounter: os números do Brasil móbile e desktop em 2012

Neste primeiro artigo de 2013, vamos verificar as tendências de alguns dados de importância estratégica vital para o sucesso na web, baseando-nos nos dados do StatCounter sobre o uso da web no Brasil.

Navegadores Web: Google Chrome consolida a liderança, IE perde preferência

Segundo o Statcounter, 2012 foi o ano em que o Google Chrome consolidou sua liderança na preferência dos internautas brasileiros, com um vertiginoso crescimento de quase 16 pontos percentuais, saltando de excelentes 43,59% em janeiro para confortáveis 59,48% em dezembro.

Participação dos navegadores web no Brasil em 2012 (PC) - Google Chrome consolida a liderança - Fonte: StatCounter - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Participação dos navegadores web no Brasil em 2012 (PC) – Google Chrome consolida a liderança – Fonte: StatCounter – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

A maior parte desse crescimento se deu em prejuízo do navegador da Microsoft, o Internet Explorer, que despencou 12,44 pontos percentuais ao longo do ano, de 31,62% para 19,18%, praticamente empatando com o Mozilla Firefox, cuja queda de 4,5 pontos percentuais levou-o a fechar o ano com 18,29% de participação.

Correndo por fora, o Safari, da Apple, fechou o ano sem conseguir conquistar 2% da preferência dos brasileiros, evoluindo lentamente de 1,22% para 1,97% ao longo do ano.

Finalmente, a versão para desktop do navegador Opera continua mantendo sua característica de opção “exótica”, fechando o ano com os mesmos 0,48% do início do ano, com algumas leves oscilações ao longo do período.

Navegadores móbile: disputa acirrada

Enquanto o mercado dos navegadores para desktop se destaca pela liderança absoluta do Google Chrome, entre os navegadores mobile impera um clima de competição feroz entre diversos jogadores.

Participação dos navegadores móbile no Brasil em 2012 - Opera e Android disputam a liderança. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Participação dos navegadores móbile no Brasil em 2012 – Opera e Android disputam a liderança. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Entre os movimentos mais notáveis que se pode observar no gráfico acima, destacamos:

  • A perda da liderança do navegador Opera para o navegador nativo do Android em setembro de 2012. Será esse movimento um reflexo de preferência real do consumidor brasileiro pelo navegador do Android ou um mero reflexo do aumento das vendas de smartphones Android ao longo do ano? Conseguirá o Opera reconquistar a preferência dos seus antigos usuários e conquistar um espaço entre o número cada vez maior de usuários novos de smartphones no Brasil?
  • Decadência do navegador da Nokia, que podemos atribuir à ascensão rápida do sistema operacional Android no mercado brasileiro, boa parte às expensas da participação de mercado da Nokia.
  • Forte aumento da participação do navegador do iPhone, em contraste com a baixa penetração dos dispositivos móveis Apple no mercado brasileiro, sugerindo que os usuários do iPhone provavelmente usam seus aparelhos mais intensivamente para navegar na web.

Mecanismos de pesquisa PC e Móbile: liderança inconteste do Google

No mercado de pesquisas web em desktops, prevalece a monotonia, com liderança absoluta do buscador Google sem nenhum concorrente que o ameace nesse território.

Mecanismos de pesquisa: participação no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Mecanismos de pesquisa: participação no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Já faz alguns anos que, entre os brasileiros, o Google é sinônimo de mecanismo de pesquisa, mantendo-se sempre com uma liderança incontestável, superior a 95%. Assim, não é surpresa quando verificamos que essa preferência se transfere integralmente para os ambientes móveis, com reduzidíssimo número de pesquisas em buscadores concorrentes como o Yahoo e o Bing.

Mecanismos de pesquisa em ambientes móbile: participação no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Mecanismos de pesquisa em ambientes móbile: participação no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Resoluções de tela: a variedade é a regra

Resolucoes de tela usadas no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Resolucoes de tela usadas no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

A variedade cada vez maior de dispositivos se reflete em uma variedade estonteante de resoluções e proporções de tela, tanto no ambiente de desktops e notebooks como nos smartphones e tablets.

Isso cria um desafio permanente para os profissionais de design e aumenta os custos de desenvolvimento de websites, na medida em que é necessário desenvolver uma aparência para o website da empresa que seja capaz de funcionar em um sem número de resoluções tela, sendo impossível sequer prever qual será o padrão mais utilizado nos próximos 12 meses.

Resoluções de tela em ambiente móbile usadas no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Resoluções de tela em ambiente móbile usadas no Brasil em dezembro de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Essa realidade é ainda mais dramática nos ambientes móbile, onde as resoluções de tela com menos de 1% de participação individual somam nada menos que 48,91% do total!

Ascensão do móbile ainda longe de matar o desktop

O gráfico abaixo representa um daqueles “choques de realidade” que nos obrigam a separar o que é fato do que é “hype”.

Desktop versus móbile: evolução ao longo de 2012. Fonte: StatCounter.  Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Desktop versus móbile: evolução ao longo de 2012. Fonte: StatCounter. Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Fato 1: os acessos móveis à internet cresceram incessantemente ao longo de 2012 e podemos esperar que continuem crescendo ao longo de 2013.
Fato 2: o grosso dos acessos a websites ainda é feito através de um PC.

Esses dois fatos nos levam igualmente a duas conclusões. A primeira é que o avanço de 1,57 ponto percentual na participação das mídias móveis ao longo de 12 meses não autoriza ninguém a sentenciar que “o PC morreu”. A segunda conclusão é a de que, em que pese a dominância do PC, a ascensão constante que levou as plataformas móbile a mais de 5% do total de acessos em dezembro de 2012 torna urgente a adaptação dos websites atuais, especialmente os sistemas de comércio eletrônico, para funcionamento perfeito nos dispositivos móveis.

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Como medir o resultado do SEO com o Google Analytics: um estudo de caso

Aprenda a medir o ROI de seu investimento em SEO com o relatório "Tráfego de pesquisa orgânica" do Google Analytics

Aprenda a medir o ROI de seu investimento em SEO com o relatório “Tráfego de pesquisa orgânica” do Google Analytics.

Embora muita gente ainda pense o SEO em termos de “rankings no Google”, nós acreditamos que a métrica fundamental para avaliar o resultado de um trabalho de otimização de sites é a evolução do número de visitas que chegam a seu site através dos resultados orgânicos dos buscadores. No Google Analytics, essa métrica é apresentada no relatório “Tráfego de Pesquisa Orgânica”, que você pode acessar clicando em “Fontes de Tráfego → Pesquisa → Orgânico”. Você pode ver um exemplo desse relatório na figura que abre este artigo, um caso prático que passaremos a estudar agora.

No caso do site analisado no gráfico, nós implementamos uma modificação na estratégia de SEO a partir do dia 14 de setembro de 2012. No dia 27 de setembro, foi realizada, a pedido, uma análise preliminar dos primeiros resultados do trabalho, já que foi observado um aumento súbito no número de visitas ao site. O que o cliente queria saber era se esse aumento poderia ser atribuído ao trabalho de otimização ou se tudo não passava de simples coincidência.

Ajuste da comparacao de datas no Google Analytics

Ajuste da comparacao de datas no Google Analytics

O primeiro passo para responder a essa pergunta é acessar o relatório e configurá-lo para que ele responda o que você quer saber. Assim, nós selecionamos a opção de comparação com o período anterior, ajustando-o para haver coincidência de dias da semana. Afinal, não faz muito sentido comparar a audiência de sábado com a de sexta-feira.

Compare sempre idênticos dias da semana no Google Analytics

Compare sempre idênticos dias da semana no Google Analytics

Após o ajuste das datas, o passo seguinte foi observar os pequenos ícones acompanhados do texto “alterar em % de visitas”. O número negativo em vermelho “-6,89%” reflete a participação do “Tráfego de Pesquisa Orgânica” sobre o total de visitas ao site. A queda nesse número mostra que uma parte das visitas adicionais não chegou ao site através dos buscadores. Ou seja, neste caso, nem todo o aumento no número de visitas pode ser explicado como resultado do SEO. Mas será que não houve participação do SEO sobre o crescimento do número de visitas? Confira a figura a seguir.

Observe como a alteração porcentual das visitas orgânicas no Google Analytics não reflete a mudança na variável isolada, mas em sua participação em relação ao total

Observe como a alteração porcentual das visitas orgânicas no Google Analytics não reflete a mudança na variável isolada, mas em sua participação em relação ao total

A figura acima mostra os dados que o Google Analytics oferece quando você passa o mouse sobre os ícones. Analisando os números, é fácil perceber que houve um aumento de 24,7% no número de visitas com origem nos buscadores – de 1079 no período anterior para 1346 no período após a implantação da nova política de SEO. Como o aumento do número total de visitas foi de 38,2%, em função dos resultados gerados por outras técnicas de divulgação, o número em vermelho indica apenas uma redução da dependência do SEO como fonte geradora de visitas.

Observe no gráfico comparativo a seguir como o ganho representado pelo SEO é observado em todos os dias do período após a modificação (linha azul) em relação aos do período anterior (linha laranja).

Na comparação direta das visitas organicas em periodos diferentes no Google-Analytics, observa-se ganho em todos os dias do novo período (linha azul) em relação ao anterior (linha laranja)

Na comparação direta das visitas organicas em periodos diferentes no Google-Analytics, observa-se ganho em todos os dias do novo período (linha azul) em relação ao anterior (linha laranja)

Um dado importante que também é motivo de comemoração: todas as outras variáveis-chave exibidas no relatório – número de páginas por visita, duração média da visita, porcentagem de novas visitas e taxa de rejeição – apresentaram melhoria em relação ao período anterior.

Os ganhos foram observados em todas as variáveis-chave medidas pelo Google Analytics: visitas, páginas, duração, novos visitantes e taxa de rejeição.

Os ganhos foram observados em todas as variáveis-chave medidas pelo Google Analytics: visitas, páginas, duração, novos visitantes e taxa de rejeição.

Em resumo, você pode avaliar com muita clareza o retorno sobre seu investimento em SEO (otimização de sites) analisando dados de relatórios de web analytics. Configurando os relatórios para exibir dados estatísticos de forma consistente com as respostas que você quer obter, você estabelece os fundamentos para uma estratégia sólida e vencedora para o seu site.







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