Arquivo

Siga-nos!

   Perfil no Google Plus Feeds RSS


Gostou? Divulgue!

Você tem um blog e gostou de nosso conteúdo? Adicione um botãozinho para nós em seu blogroll. Basta copiar o código a seguir!

O resultado será:
Géssica Hellmann & Cia - Consultoria de Marketing de Conteúdo


Pesquise (via Ixquick)




Neste SiteNa Web


Atualizações por email

Preencha o formulário abaixo para receber gratuitamente em seu email as atualizações do blog “Marketing de Conteúdo por Géssica Hellmann & Cia”.

Política de Privacidade

Email

Nome
Empresa

Direitos Autorais

O conteúdo deste blog é protegido por direitos autorais. Se você quiser reproduzir na web qualquer conteúdo originalmente publicado aqui, lembre-se de atribuir a autoria a Géssica Hellmann & Cia. Ltda e incluir um link direto para página de onde copiou o conteúdo.
Licença Creative Commons

Licença Creative Commons
Mais detalhes em: http://gessicahellmann.com/creative-commons/

Protegido contra plágio

Protected by Copyscape Online Plagiarism Test

Diretórios
5e82e314-6c21-454b-b188-49d50f892d2d
Business blog


Arquivos


Pesquisa desvenda os segredos da geração de leads

Em abril de 2013, a Ascend2 realizou entrevistas com 435 líderes de negócios, executivos de marketing e outros profissionais. Geograficamente, a amostra foi distribuída da seguinte forma: 75% baseados Estados Unidos, 9% Canadá, 7% Europa e 9% outros países. O objetivo foi apurar as estratégias de geração de leads, qualificando-as em superiores ou inferiores conforme os resultados obtidos. Confira a seguir os principais achados desse estudo.

  • A diferença entre as estratégias superiores e inferiores de geração de leads. Indagados sobre o sucesso de suas campanhas de geração de leads, 18% declararam que elas são muito bem sucedidas, contra 11% que as avaliaram como mal sucedidas. Os demais 71% definiram suas estratégias como “mais ou menos bem sucedidas”.

As próximas perguntas foram dirigidas apenas aos profissionais que qualificaram como “muito bem sucedidas” ou “mal sucedidas” suas campanhas de geração de leads, excluindo-se os que se disseram “mais ou menos bem sucedidos”. A intenção desse “expurgo de dados” foi identificar as diferenças entre as estratégias superiores e inferiores.

  • Eficiência tática – Um ponto importante do estudo foi a investigação da eficiência das táticas de geração de leads empregadas pela empresa. Na tabela 1, o leitor pode conferir, sobre o fundo amarelo, as respostas das empresas com estratégia “muito bem sucedida”, identificadas pelo cabeçalho “Estratégia Superior” (ES). Sobre fundo azul claro, encontram-se as respostas das empresas mal sucedidas na geração de leads, identificadas pelo cabeçalho “Estratégia Inferior” (EI).
    Tabela 1: Quais são as táticas de geração de leads mais eficientes usadas em sua empresa? Fonte: Ascend2 (2013) - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

    Tabela 1: Quais são as táticas de geração de leads mais eficientes usadas em sua empresa? Fonte: Ascend2 (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • É interessante observar as preferências discrepantes:
  1. Mais empresas com Estratégia Superior (ES) usam Marketing de Conteúdo (29% ES contra 22% EI) e Eventos Online (21% ES contra 10% EI).
  2. Mais empresas com Estratégia Inferior (EI) preferem SEO (39% EI contra 34% ES), Eventos offline (37% EI contra 14% ES), Marketing em Mídias Sociais (15% EI contra 12% ES) e Mala direta/Anúncios impressos (15% EI contra 10% ES).
  3. Praticamente empatadas são as preferências por Email marketing, Publicidade Online e Móbile Marketing.
  4. 19% das empresas com Estratégia Superior usam outras táticas além das constantes na pesquisa, contra apenas 10% das empresas com Estratégia Inferior.
  • Problemas na execução. O estudo indagou sobre as dificuldades de implementação das diversas táticas. O Marketing em Mídias Sociais foi citado como a tática de mais difícil implementação tanto pelas empresas com ES (50%) quanto pelas empresas com EI (54%). O Marketing de Conteúdo, entretanto, revelou uma imensa discrepância: enquanto apenas 24% das empresas com ES relataram dificuldade nessa área, esse número subiu para 51% das empresas com EI. De um modo geral, as empresas com EI relatam uma dificuldade muito maior na implementação de todas as táticas mencionadas, como se pode conferir na tabela 2.
    Tabela 2: Quais são as táticas de geração de leads mais difíceis de implementar? Fonte: Ascend2 (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia

    Tabela 2: Quais são as táticas de geração de leads mais difíceis de implementar? Fonte: Ascend2 (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia

  • Eficiência não é sinônimo de facilidade. Também é interessante observar a ausência de correlação entre a eficiência alegada para as ferramentas e sua dificuldade de implementação. Ou seja: as táticas mais eficientes não são necessariamente as mais fáceis – nem as mais difíceis – de implementar.
  • Objetivos da campanha. Há grandes discrepâncias entre os objetivos perseguidos pelas empresas com Estratégia Superior e os das empresas com Estratégia Inferior, veja na tabela 3. A estratégia superior focaliza a conversão de leads em clientes através da melhoria da qualidade dos leads gerados. Observa-se uma melhor distribuição de fatores qualitativos e quantitativos nas respostas das empresas com Estratégia Superior, enquanto nas respostas das empresas com Estratégia Inferior o foco é nos fatores quantitativos.
    Tabela 3: Quais são os objetivos mais importantes de sua estratégia de geração de leads? Fonte: Ascend2 (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia

    Tabela 3: Quais são os objetivos mais importantes de sua estratégia de geração de leads? Fonte: Ascend2 (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia

  • Principais obstáculos. Após perguntar sobre os objetivos, pediu-se aos entrevistados que identificassem os maiores obstáculos à realização dos seus objetivos, confira as respostas na tabela 4. De uma maneira geral, as empresas com Estratégia Inferior relatam uma dificuldade muito maior ao lidar com esses obstáculos do que as empresas com Estratégia Superior.
    Tabela 4: Quais são os maiores obstáculos ao sucesso de sua estratégia de geração de leads? Fonte: Ascend2 (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia

    Tabela 4: Quais são os maiores obstáculos ao sucesso de sua estratégia de geração de leads? Fonte: Ascend2 (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia

  • Segmentação é um fator-chave. A quinta área investigada na pesquisa foi o uso de técnicas de segmentação de leads para o desenvolvimento de campanhas orientadas para públicos-alvo específicos. A figura 1 deixa evidente que a segmentação é um fator-chave de superioridade estratégica.
    Figura 1: Que expressão melhor descreve o uso de técnicas de segmentação em sua empresa? Fonte: Ascend2 (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia

    Figura 1: Que expressão melhor descreve o uso de técnicas de segmentação em sua empresa? Fonte: Ascend2 (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia

Consequências para as empresas brasileiras

O relatório da pesquisa contém ainda diversos outros resultados, relativos a outros cruzamentos de dados, por exemplo, incluindo os resultados médios e segmentando as empresas geograficamente. Decidimos, por questões de espaço, não incluir esses dados aqui, mas o leitor interessado pode baixar o relatório completo, em inglês, no link que fornecemos no início deste artigo.

O estudo em questão é importante porque, embora a amostra não tenha uma distribuição geográfica rigorosa que permita extrapolar seus resultados automaticamente para o Brasil, o fato é que se trata de uma valiosa investigação de estratégias, táticas, objetivos, métodos e dificuldades comuns a todas as empresas que estejam disputando hoje seu espaço no mercado online, independentemente de sua base geográfica.

A melhor sugestão para aproveitar esta pesquisa, porém, encontra-se ao final do relatório:

  1. Aplique as perguntas do questionário ao seu próprio programa de geração de leads
  2. Formule uma análise SWOT (conhecida entre nós pelos acrônimos “PFOA” ou “FOFA”) comparando com a análise SWOT dos resultados das empresas com Estratégia Superior de geração de leads, disponível na figura 2.
    Figura 2 - Análise SWOT das Empresas com Estratégias Superiores de Geração de Leads. Fonte: Ascend (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia

    Figura 2 – Análise SWOT das Empresas com Estratégias Superiores de Geração de Leads. Fonte: Ascend (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia

    De posse desse mapa estratégico, sua empresa poderá otimizar sua política de marketing online para alcançar os níveis de máxima eficiência na geração de leads.

Precisa de ajuda? Entre em contato pelo formulário a seguir!







Artigos relacionados

SEO: pesquisa revela as técnicas para vencer no Google

A empresa BusinessBolts publicou os resultados de uma pesquisa de técnicas de SEO (otimização de sites) com o objetivo de identificar as características das páginas web com melhor visibilidade nas páginas de resultados do Google.

Metodologia

A amostra de páginas analisadas foi selecionada utilizando 100 frases de busca aleatórias, variando de 2 a 6 palavras, e coletando os URLs dos primeiros 5 resultados que apareceram na página. Do total analisado, 88% eram páginas internas e apenas 12% eram páginas iniciais.

As pesquisas foram feitas usando o navegador web Firefox desconectado de qualquer serviço Google. Os anúncios do Google AdWords foram ignorados.

Fatores On-Page

Os fatores on-page coletados das páginas para análise foram os seguintes:

  • URL
  • Tag Title
  • Título principal (“Manchete”) da página
  • Número de subtítulos
  • Número de palavras visíveis para o usuário
  • Número de imagens
  • Número de vídeos
  • Número domínios que apontam para a página, obtido através do site ahrefs.com
  • Sinais sociais: Tweets, curtidas e compartilhamentos no Facebook, com dados também obtidos através do site ahrefs.com.

Resumo dos principais resultados

  • Título da página (Tag title): 50% das páginas que atingiram as primeiras 5 posições no Google apresentavam a frase de busca na tag title, sendo que 23% apresentavam correspondência exata.
  • Título principal da página (Manchete – tag H1): 43% do total continham a frase de busca no título principal e 20% tinham correspondência exata.
  • Subtítulos (tags H2-H6). Seis foi o número médio de subtítulos encontrados nas páginas analisadas. Muitas páginas muito bem posicionadas nos rankings não tinham sequer um subtítulo. Menos de 0,5% das páginas com ótimos rankings continham uma correspondência exata com a frase de busca nos subtítulos.
  • Quantas palavras? O número médio de palavras constantes na seção body das páginas da amostra foi 916, excluindo-se da contagem os cabeçalhos, barras laterais, menus de navegação e rodapés. A quantidade de correspondências exatas com as frases de busca no texto do corpo da página foi inferior a 0,5%, derrubando de vez o mito do “keyword density”.
  • Imagens e vídeos na página. O número médio de imagens nas páginas da amostra foi 7, embora muitas páginas não contivessem imagem alguma. O número médio de vídeos foi bastante inferior a 1, sendo que a maioria não apresentava vídeo algum.

Correlações

  • O estudo parece indicar uma correlação entre a boa posição nos rankings e a presença das palavras-chaves no título da página (tag title) e na manchete (H1).
  • Também parece haver uma correlação entre bons rankings e número de palavras na página, favorecendo as páginas com maior quantidade de texto.
  • A presença/ausência de imagens e vídeos parece não fazer diferença.

Fatores off-page (links)

  • Links e domínios. O estudo coletou informações sobre os domínios que contêm links para as 500 páginas web analisadas. Ainda que um mesmo domínio contivesse links em 300 páginas diferentes para a página analisada, ele foi contado como apenas um link.
  • Número de domínios. O número de domínios que se referia às páginas da amostra apresentou imensa variação, desde zero até dezenas de milhares. O número médio de links apurado no total da amostra foi de 335.
  • Páginas internas versus home-page. Em muitos casos, páginas internas apareceram em posições privilegiadas nos rankings mesmo com zero links apontando para elas. Investigando esses casos, a Business Bolt concluiu que, em sua maioria, essas páginas pertenciam a domínios com grande número de links para a página inicial. Esse fato sugere que é possível obter bons rankings melhorando a popularidade de links geral do site.
  • Tweets e curtidas. O número médio de vezes que as páginas da amostra foram objeto de tweets foi 371, a média de curtidas no Facebook foi 1512 e a média de compartilhamentos no Facebook foi 988.

Conclusões

É possível criticar a metodologia e até mesmo algumas conclusões do estudo. Entretanto, a disposição de adotar o método científico para abordar o problema do SEO (otimização de sites), isolando variáveis e procurando medir a sua correlação com os resultados pretendidos é infinitamente superior a todo o empirismo que o mercado vem publicando sobre SEO ao longo dos últimos anos.

A verdade que salta aos olhos nesse estudo é a que defendemos aqui desde 2007: a chave do sucesso em SEO é a combinação de conteúdo e divulgação, que se manifesta sob a forma de links em sites de terceiros, sejam sites próprios, blogs ou redes sociais.

Inclua conteúdo útil e atraente em seu site – inclusive vídeos e imagens – pensando nas pessoas com quem você deseja falar. Divulgue esse conteúdo intensamente, para que seja “curtido”, “compartilhado” e “linkado” ao redor da web e esse conteúdo crescerá aos olhos do Google.

Não há segredo. SEO é apenas marketing e comunicação. Os rankings no Google são apenas meios de conseguir o seu objetivo, não o objetivo em si mesmo. Comece a planejar suas ações com base nesse ponto de vista e os seus rankings breve começarão a melhorar.

Precisa de ajuda para melhorar os rankings do seu site nas pesquisas Google? Entre em contato pelo formulário a seguir.







Artigos relacionados

Marketing online: as 7 condições para o sucesso

1 – O seu site deve ser otimizado para seres humanos

Por um lado, o Google não cessa jamais de aperfeiçoar o seu algoritmo. Por outro, quem vai comprar o seu produto não é o Google, mas as pessoas que vão chegar até seu site e se informar sobre sua oferta. Por isso, o SEO deve ser consequência de sua estratégia de marketing na internet, jamais a causa ou o objetivo final.

Pense primeiro nos argumentos de vendas, depois nos detalhes de SEO.

2 – O marketing de conteúdo atende à necessidade que os clientes têm de se aprofundar nos benefícios do seu produto

Cada peça de conteúdo que você cria e distribui nas mídias sociais é uma oportunidade de conscientizar seus clientes atuais e potenciais de mais um benefício relacionado ao uso de seus produtos. O segredo do sucesso no marketing de conteúdo é se aprofundar, oferecendo os detalhes e resolvendo as dúvidas dos seus clientes.

Conteúdo superficial pode até ter “efeito viral”, mas não traz benefícios para a credibilidade da marca.

3 – É fundamental mostrar coerência na imagem da marca em todas as formas de comunicação, independente de meio e mensagem

A maneira de conquistar a coerência na comunicação é criando um conceito unificador que se manifesta sob a forma de uma ideia central consolidada em uma frase (o slogan). A partir dessa ideia central, é possível desenvolver inúmeros conjuntos de palavras-chaves, bordões, personagens, imagens e situações que enfatizem essa ideia em campanhas diferenciadas nas mais variadas mídias.

O resultado da coerência na comunicação é a crescente credibilidade da sua marca

4 – Um blog corporativo deve ser fruto de pesquisa

Um blog corporativo, para ter sucesso, deve trazer informações que não seja possível de encontrar facilmente por outros meios. Garimpe informações em função de seu potencial interesse e utilidade para os seus clientes atuais e potenciais e seu blog rapidamente se tornará referência no mercado.

A chave do marketing de conteúdo em blogs corporativos é pesquisar informações úteis e interessantes, não muito fáceis de encontrar em outras mídias

5 – SEO, Marketing em Redes Sociais e Marketing de Conteúdo não são substitutos para campanhas publicitárias

De fato, as campanhas publicitárias são praticamente imprescindíveis para amplificar o sucesso das outras formas de marketing. A publicidade é a única forma de comunicação comprovadamente capaz de levar uma mensagem a um grande número de pessoas instantaneamente. Assim, é preciso pelo menos contar com uma campanha publicitária de apoio a todas as suas ações nas outras mídias sempre que a rapidez dos resultados for um fator essencial ao sucesso.

Campanhas publicitárias existem para gerar visibilidade instantânea.

6 – Todas as ações de comunicação devem seguir uma orientação estratégica

É preciso afinar os objetivos da comunicação com os objetivos gerais da empresa e os objetivos de marketing traçados para os produtos ou marcas que se deseja promover na internet. Essa integração é essencial para definir as tarefas que a comunicação deve cumprir, garantindo que a mensagem certa chegue às pessoas que se pretende influenciar em cada campanha.

Os objetivos de comunicação devem ser a consequência lógica da estratégia empresarial e dos objetivos de marketing

7 – Segurança é resultado de metodologia de base científica

Num mercado em que a justificativa para muitas recomendações é o “feeling” e outros eufemismos para “achismo”, nossa intenção é assegurar que o cliente obtenha sempre o melhor resultado possível seguindo uma metodologia de base científica, fundamentada em pesquisa. Além disso, é essencial definir um cronograma de ações para pelo menos 12 meses, seguindo etapas lógicas, objetivos claros e metodologia predefinida.

O sucesso é muito mais provável quando as ações de marketing estão previstas em um plano fundamentado em pesquisa

Precisa de ajuda para implementar em sua empresa a política descrita neste artigo? Entre em contato pelo formulário a seguir!







Artigos relacionados

Pesquisa mostra relação entre marketing e bem estar social

A Fordham University realiza trimestralmente a pesquisa “V-Positive” para medir o bem estar do consumidor, entendido como a extensão em que a vida das pessoas se torna melhor em consequência de sua interação com os produtos e marcas. O estudo é realizado com metodologia rigorosa, investigando as percepções sobre as marcas de uma amostra que varia entre 800 e 1000 pessoas representativas da população dos Estados Unidos. Veja a seguir um resumo dos principais resultados que interessam ao tomador de decisão brasileiro.

V-Positive-10-marcas-lideres

V-Positive:10 marcas com maior indice. Fonte: Fordham University (2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • O índice “V-Positivo” mede o impacto positivo das marcas sobre o bem estar social. Na pesquisa do 4º trimestre de 2012, entre as 5 marcas líderes no índice “V-Positivo”, 3 eram marcas de empresas de internet: Facebook em primeiro lugar, Google em terceiro e Amazon em quinto.
  • Os consumidores americanos afirmam que as marcas claramente influenciaram sua vida de forma positiva, com destaque para o Facebook a quem se atribui uma grande variedade de formas de influência, o que garante sua posição sólida no topo da lista.
  • O estudo é conduzido segundo a classificação de “hierarquia de necessidades” de Maslow ampliada de acordo com o estudo de Csikszentmihalyi. Assim, além da pontuação genérica, o estudo investiga também as percepções das marcas em função da posição na escala de necessidades.
  • Necessidades Básicas: no nível mais elementar das necessidades humanas, aquelas relativas à sobrevivência imediata, as marcas líderes foram, pela ordem, Walmart, Google, McDonald’s, Subway, Facebook, Kellogg’s, Visa, Coca-Cola, Amazon e Colgate.
  • Necessidade de Proteção (Segurança): As marcas líderes nesta dimensão foram Walmart, Google, Facebook, Visa, GE, Nike, Verizon, AT&T, UPS, McDonald’s.
  • Necessidades Sociais (Socialização): Previsivelmente, no topo da lista, com quase 20 pontos de vantagem em relação ao segundo colocado, está o Facebook, seguido por Walmart, Google, Verizon, AT&T, Visa, UPS, Apple, Coca-Cola e Amazon.
  • Necessidade de Estima (Aprovação Social): Novamente, Facebook está no topo, seguido por Walmart, Google, Amazon, Nike, Visa, Subway, Coca-Cola, Apple e Target.
  • Necessidade de Auto-Realização (Self-Actualization): É nesta dimensão que o Google lidera, ultrapassando em quatro pontos o Facebook, em segundo lugar. Seguem-se aos líderes Visa, Nike, Apple, Verizon, Amazon, GE e UPS.
  • Necessidades Experienciais: Esta dimensão é uma ampliação da classificação de Maslow, na medida em que reconhece no ser humano necessidades de viver experiências significativas que superam as necessidades meramente “existenciais” da classificação clássica de Maslow. Nesta dimensão, as marcas líderes foram Facebook, Google, Walmart, Visa, Amazon, Apple, Nike, Coca-Cola, Verizon, AT&T.
  • Necessidade de Felicidade: Refere-se à qualidade das experiências vividas conforme o relato do próprio consumidor. A marca líder absoluta com relacionada a experiências felizes dos consumidores foi, mais uma vez, o Facebook, seguido por Walmart, Google, Amazon, Coca-Cola, McDonald’s, Visa, Nike, Target e Subway.

Consequências para o tomador de decisão brasileiro

Em primeiro lugar, temos de admitir que se trata de um estudo de extraordinária importância que deveria ser conduzido regularmente no Brasil para aferir o efeito agregado das práticas de marketing sobre o bem-estar da população. A ampliação da escala de Maslow para incluir necessidades não-existenciais representa uma bem vinda inovação que contribui para uma melhor percepção do fenômeno do consumo no contexto da satisfação de necessidades humanas.

Na ausência de estudo semelhante em nosso mercado, podemos usar as categorias como orientadoras em todas as etapas do processo de marketing de bens de consumo, desde a elaboração do conceito do produto até as propostas de inovações, extensões de linha, variações, modelos, planos e pacotes.

Especificamente no contexto da comunicação de marketing, essas categorias permitem orientar corretamente os conceitos de campanha e mensagens promocionais específicas de forma que cumpram o objetivo de comunicar ao público que o produto daquela marca foi concebido para satisfazer uma ou mais dimensões de necessidade. Além disso, é possível que as empresas de menor porte se beneficiem por associação a marcas maiores, dando destaque estratégico a seus  parceiros de negócios de maior porte que notoriamente estejam vinculados à satisfação de uma necessidade em dimensão idêntica à que a empresa menor deseja satisfazer.

Todos os dados sobre a utilização da internet e das redes sociais no Brasil autorizam a suposição de que marcas como Facebook e Google já estejam fortemente associadas à satisfação de diversas das dimensões apontadas no estudo. Assim, o marketing de buscas e o marketing em mídias sociais não podem mais ser deixados de lado, por representarem uma oportunidade espetacular de benefício por associação de sua marca a empresas que já estão notoriamente reconhecidas pela qualidade da experiência que proporcionam e das necessidades que satisfazem.

Finalmente, o marketing de conteúdo pode ser inteiramente concebido para associar a marca à satisfação de uma ou mais dimensões de necessidades, permitindo construir estrategicamente ao longo do tempo uma reputação de líder em satisfação.

Precisa de ajuda? Entre em contato pelo formulário a seguir!







Artigos relacionados

Marketing de Conteúdo e SEO: em busca do ajuste perfeito

Pesquisa conduzida pela BusinessBolts.com junto a 265 profissionais de marketing nos Estados Unidos revela que o marketing de conteúdo continua sendo produzido como forma de melhorar os resultados de SEO (otimização de sites), mas a maioria desses profissionais ainda está em busca de maneiras de articular as duas estratégias de forma satisfatória. Veja a seguir uma síntese dos principais resultados desse levantamento, com referências a artigos deste blog em que já abordamos esses assuntos.

Tipos de conteúdo em que os profissionais de marketing pretendem aumentar o investimento em 2013. Fonte: BusinessBolts.com (fevereiro/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Tipos de conteúdo em que os profissionais de marketing pretendem aumentar o investimento em 2013. Fonte: BusinessBolts.com (fevereiro/2013). Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Resultados gerais

Retorno sobre o investimento

Entre os dados do levantamento, os mais interessantes são os que se referem aos retorno do investimento em marketing de conteúdo.

Necessidades insatisfeitas

Quando indagados sobre quais são as principais carências que os profissionais gostariam de ver resolvidas, as três categorias mais citadas foram

  • Ferramentas de criação de páginas web mais simples até mesmo do que o próprio WordPress
  • Bons redatores
  • Ferramentas de pesquisa

Perspectivas para o futuro

74% pretendem aumentar o investimento em marketing de conteúdo em 2013, contra 16% que pretendem manter e apenas 10% que pretendem reduzir ou cancelar esse investimento. Entre os profissionais que pretendem aumentar o investimento, 54% pretendem produzir maior quantidade de artigos e conteúdo para mídias sociais e 53% pretendem aumentar o investimento na produção de vídeos e postagens para seus blogs.

Conclusões

Os resultados de mais esta pesquisa, quando confrontados com todo o conteúdo dos links constantes deste artigo, não deixam dúvida quanto ao fato de que o sucesso empresarial está cada vez mais vinculado ao conteúdo que as empresas produzem, veiculam e promovem na web. Não existe fórmula mágica, macete, dica, truque ou quebra-galho: as empresas que querem crescer precisam mostrar ao público que realmente conhecem as necessidades dos clientes e as soluções que melhor satisfazem a essas necessidades.

O conteúdo produzido, evidentemente, precisa ter tratamento e aparência profissional. A intensa competição entre os diversos produtores de conteúdo torna inviável a pretensão de obter algum reconhecimento usando textos mal redigidos, repletos de erros de gramática ou imagens desfocadas produzidas por amadores nos mais básicos softwares de desenho.

Em poucas palavras, o seu conteúdo precisa ser produzido por profissionais para que seja condizente com a imagem de excelência que você quer associar à sua marca e à sua empresa.

Caso você tenha recursos de sobra, você pode montar uma cara estrutura de produção dentro de sua empresa. Por outro lado, caso necessite cortar custos, pode economizar bastante terceirizando a produção de conteúdo com uma empresa experiente, que tenha uma abordagem científica para o marketing de conteúdo, sempre atualizada com as mais recentes pesquisas sobre as melhores formas de criar conteúdo para vencer.

Em qualquer caso, você encontrará a ajuda de que precisa entrando em contato conosco através do formulário a seguir.







Artigos relacionados

chat alexei_oliveira