Arquivo - Nov 2000

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Business blog


Por que o BING não vai roubar um mercado significativo do Google?

O Bing não vai roubar mercado significativo do Google e não faço favor algum ao dizer isso.

Embora trabalhe com SEO (otimização de sites), não me considero um “guglete”. Tenho sérias críticas ao método Google de fazer as coisas e acho mesmo que ele comete abusos de poder em série. Por isso, estou sempre na torcida pelo surgimento de um concorrente capaz de oferecer uma alternativa real ao Google.

Infelizmente, esse concorrente ainda não surgiu e o BING não é a alternativa ao Google pela qual muitos esperamos.

De onde vem essa superioridade absurda?

O Google faz muito marketing em torno de sua “fórmula secreta”, o seu “algoritmo”. Mas você já parou para observar a vantagem que o Google leva sobre os concorrentes na indexação da internet?

Se você é um blogueiro, certamente já observou o fenômeno. Poucos minutos após publicar uma nova postagem, o Google já a incluiu no seu índice, enquanto Yahoo e BING ignoram-na olimpicamente por várias horas e até dias a fio.

O mesmo acontece com as últimas novidades. Procurando no Google, você encontra um número maior notícias mais quentes, mais recentes, do que nos concorrentes.

O fato é que, mesmo que os algoritmos fossem iguais, o Google sempre daria resultados melhores.

É uma questão de estatística. O Google tem em seu índice uma amostra muito mais representativa do conteúdo disponível na web do que os seus concorrentes.

Assim, mesmo que a Microsoft conseguisse uma cópia do “algoritmo secreto” do Google, o Google exibiria melhores resultados, simplesmente porque trabalha com uma amostragem maior e mais recente.

Em termos práticos: se você estiver procurando um conteúdo que está em uma página específica do Facebook, do Flickr, do MySpace, do Blogspot ou do Twitter onde você tem maior probabilidade de encontrar esse conteúdo, no Google ou no Bing?

Para responder a essa pergunta, vamos fazer um teste. Quando você digita uma pesquisa com a sintaxe “site:nomedosite.com”, os buscadores retornam as páginas que eles conhecem no site “nomedosite.com”. Vejamos o que Google e Bing mostram, nesta data, quando usamos uma pesquisa com essa sintaxe nos domínios citados:

site:facebook.com
Google: 377.000.000
Bing: 274.000.000 (72,7%)

site:flickr.com
Google: 170.000.000
Bing: 2.340.000 (1,3%)

site:myspace.com
Google: 217.000.000
Bing: 9.570.000 (4,4%)

site:blogspot.com
Google: 313.000.000
Bing: 1.730.000 (0,5%)

site:twitter.com
Google: 89.400.000
Bing: 9.950.000 (11,1%)

Se você fizer esse teste em 100 sites aleatórios, 99 vezes o Google vai mostrar um número estupendamente maior do que o Bing.

Em grande número de vezes, inclusive, o Google conhecerá dezenas de páginas de sites que o Bing sequer sonhou em indexar.

Por isso, permito-me suspeitar que, talvez, o “algoritmo secreto” do Google talvez não seja assim tão superior assim ao dos concorrentes.

Porque, com um índice dessa qualidade, a verdade é que o algoritmo do Google não precisa ser muito melhor do que o dos concorrentes para oferecer resultados consistentemente melhores para a esmagadora maioria das pesquisas realizadas na web.

Wolfram | Alpha: uma ferramenta de pesquisa para desafiar o império do Google

Está no ar o serviço Wolfram Alpha, uma ferramenta de pesquisa diferente de tudo o que você experimentou até agora.

Até o momento, sua experiência com pesquisa web se limitava a digitar palavras em uma caixa de pesquisa e obter uma lista de sites. Essa lista poderia ser mais ou menos importante, conforme a informação que você estava realmente procurando.

O Wolfram | Alpha é um sistema diferente. Você digita palavras na caixa de pesquisa e ele retorna tabelas com informações para responder à sua necessidade de conhecimento!

Por exemplo, se você quer saber o valor das ações do Google e compará-lo com o valor das ações da Microsoft e do Yahoo!, você procura no Google sites que mostrem o valor de ações.

No Wolfram | Alpha, você obtém a cotação diretamente ao lado de diversas outras informações sobre as empresas em um quadro comparativo!

Wolfram | Alpha - cotações de ações e informações sobre empresas

Wolfram | Alpha – cotações de ações e informações sobre empresas

No Google, você pode digitar uma equação matemática na caixa de pesquisa e esperar que ele dê o resultado. Já no Wolfram | Alpha, você pode obter a solução completa!

Wolfram | Alpha - Soluções completas de cálculos matemáticos

Wolfram | Alpha – Soluções completas de cálculos matemáticos

Se você digitar a data do seu aniversário no Wolfram | Alpha, você pode saber até a fase da lua no dia do seu nascimento!

Wolfram | Alpha - informações sobre datas, eventos históricos, dados socioeconômicos e muito mais!

Wolfram | Alpha – informações sobre datas, eventos históricos, dados socioeconômicos e muito mais!

Enfim, só por esses rápidos exemplos, você já pode ter uma idéia do potencial real da ferramenta. O Wolfram | Alpha é uma ferramenta de pesquisa em sentido estrito: você pode usá-la para produzir respostas diretas às suas perguntas, em vez de simples listas de sites.

Para o mercado de SEO, o Wolfram | Alpha é um desafio direto, já que a base de fontes do Wolfram | Alpha é composta por sites de conteúdo confiável, cuidadosamente selecionados. Nesse ponto, o sistema parece resistente à manipulação. Assim, podemos supor que, se você quiser aparecer no Wolfram | Alpha você precisa de um site com grande quantidade de conteúdo confiável.

Para o usuário web, o Wolfram | Alpha representa uma proposta radical de mudança de comportamento e de expectativas. Assim, podemos supor que sua adoção será de forma gradativa, conforme o serviço for sendo aperfeiçoado e cada vez mais usuários web se habituarem a usá-lo como alternativa às pesquisas Google.

Por outro lado, é imensa a quantidade de internautas que já usam o Google para responder às suas perguntas. Veja alguns exemplos reais, retirados de visitas aos sites que administro:

* Cores que combinam com vidro verde
* Como decorar uma loja de moda?
* Quais foram as representações do corpo humano feitas por pablo picasso?
* Quantas histórias em quadrinhos existem da turma da monica jovem?

Pesquisas como essas são tarefas típicas para o Wolfram | Alpha do futuro, porque aquela lista de palavras-chaves que você vê no Google Analytics é enganosa. As pessoas fazem perguntas ao Google, como se ele fosse um oráculo.

O Wolfram | Alpha foi planejado para ser esse oráculo. Quanto mais essa ferramenta de pesquisa for aperfeiçoada para aceitar novos tipos de consulta e retornar resultados mais amplos, incluindo fontes de notícias, por exemplo, mais pessoas poderão usá-lo para descobrir o que realmente querem saber.

Instale a barra de ferramentas do Wolfram | Alpha, experimente-o e deixe suas impressões na área de comentários desta postagem. A ferramenta ainda é muito básica, tem muitas limitações, funciona principalmente em inglês (embora já tenha sido capaz de interpretar algumas pesquisas que fiz em português) mas já podemos imaginar do que ele sera capaz em um futuro próximo… Um desafio direto à mesmice que o SEO, para o bem ou para o mal, está impondo aos resultados de pesquisas Google!

Uma citação para relembrar o óbvio em SEO (otimização de sites)

O aspecto mais difícil de formular uma estratégia coerente de SEO (otimização de sites) e marketing na web não é falta de informação, mas o excesso de lixo. O principal trabalho do profissional é justamente peneirar, no meio de milhões de palavras inúteis, aquele parágrafo – ou frase – que revela alguma coisa que você realmente pode colocar em prática. Uma dificuldade adicional vem do fato de que, muito freqüentemente, as melhores dicas não chamam a atenção de quem está procurando coelhos na cartola, técnicas mirabolantes, macetes e atalhos para fazer dinheiro rápido, com pouco esforço e baixo investimento.

As melhores dicas são primores de obviedade, inclusive no fato de que deixam claro que você vai, sim, ter muito trabalho. E o que o seu sucesso será proporcional ao dinheiro que você dispõe para investir.

Veja este parágrafo de Bill Platt:

“Mas, na minha experiência, o uso de artigos para aumentar os rankings nos buscadores está em terceiro lugar na minha lista, porque é um jogo de longo-prazo. Sua habilidade para rankear no Google em palavras-chaves específicas é significativamente influenciada pelo que seus competidores fizeram antes de você. Já usei este exemplo muitas vezes antes: se você quer obter bons rankings para “viagens” lutando contra websites como Yahoo, Orbitz, The Travel Channel, CNN, Travelocity, Lonely Planet, USA Today, the New York Times e o governo dos Estados Unidos, então é melhor trazer um orçamento gigante para o tabuleiro”.

Xeque-mate.

Os campeões do SEO (otimização de sites) no Brasil – Google Trends

[Imagem] Google Trends para a expressão

Esta rápida postagem apresenta uma ferramenta extremamente do Google Labs, o Google Trends. Ainda em desenvolvimento, o Google Trends pretende competir diretamente com o Alexa.com na avaliação de tendências de audiência web e ainda fornece informações sobre tendências de pesquisas por palavras-chaves de acordo classificadas por país.

Na figura, vemos o crescimento das pesquisas pela expressão SEO no Google Brasil. A primeira constatação espantosa é o surgimento súbito do interesse pelo assunto entre nós, no segundo trimestre de 2006. Desde então, o valume de buscas cresce incessantemente.

O relatório também apresenta algumas outras informações importantes. Por exemplo, ele procura correlacionar o volume de buscas com a data de publicação de artigos na internet. Na figura, os pequenos quadrados e mostram artigos publicados durante a primeira onda de crescimento das buscas por SEO no Google Brasil. Esse dado sugere que a publicação do artigo Successful SEO Needs Effort, Not Quick Fixes em julho de 2006 pode ter exercido um papel na formação de nossos primeiros profissionais de SEO e na difusão das idéias sobre otimização de sites entre nós.

Nos quadros inferiores, o Google Trends apresenta dados de volume de pesquisa por estado, cidade e idioma. É interessante notar que o interesse por SEO, hoje, é maior em cidades médias e grandes do que em capitais. Por exemplo, não é sem surpresa que vemos Campinas superar São Paulo, enquanto Caxias do Sul e Blumenau despontam como pólos potenciais de interesse por SEO, à frente de capitais como Salvador, Recife, Belo Horizonte e Campo Grande. Notável é a ausência do Rio de Janeiro (capital) no ranking das cidades.

Só por esse pequeno exemplo, os webmasters, webmarketers e profissionais de SEO que ainda não conhecem essa ferramenta já têm motivo suficiente para incorporá-la a seus processos de planejamento.

A implosão iminente do mercado de otimização de sites (SEO) no Brasil

O mercado de otimização de sites (SEO) no Brasil, hoje, vive uma fase de crescimento explosivo. Basta digitar “otimização de sites” ou “SEO” no Google para verificar o inchaço de um mercado que segue o rastro da demanda. Nas palavras de uma cliente, “hoje em dia, todo mundo quer fazer otimização de sites”.Empreguei a palavra “inchaço” propositalmente, porque vejo que esse crescimento todo é circunstancial e sem substância, uma autêntica bolha prestes a implodir sob o próprio peso. Pode ser difícil explicar para os deslumbrados, contaminados pela vertigem das alturas, que o topo da montanha-russa é, por sua própria natureza, a véspera da queda também vertiginosa.No caso do mercado de otimização de sites, os fatores que estão precipitando a queda inevitável e lamentavelmente prematura podem ser resumidos em duas palavras: ignorância e preguiça. Ambos os fatores levam a más práticas e, conseqüentemente, a ineficiências que serão fatais em prazo bastante curto.Antes de analisarmos esses fatores, vamos traçar o quadro estrutural do mercado de otimização de sites. No Google e demais buscadores, só há espaço para 10 sites na primeira página de resultados orgânicos para qualquer palavra-chave. Dez, e apenas dez sites, terão recompensado o seu esforço e investimento em otimização para qualquer palavra-chave. Assim, à medida que mais e mais sites em um mesmo segmento investirem em otimização, os esforços tenderão a se anular ao longo do tempo.

Assim, pela própria estrutura dos mercado de buscas, a otimização tende a perder eficiência rapidamente ao longo do tempo e os segmentos mais rentáveis tendem a se consolidar em torno de um punhado de sites otimizados há mais tempo do que os demais. Basta conferir estes resultados de pesquisa Googlepara formar uma idéia bem clara do problema: todos os resultados da primeira à terceira página parecem idênticos! Ora, a própria idéia de diferenciação de produtos, o núcleo do marketing, fica em xeque em uma situação como essa. Se todos os sites que vendem “otimização de sites” parecem idênticos, qual deles devo contratar? O primeiro da lista? O mais barato? Seja qual for o critério adotado, este não será o ideal, a saber, a qualificação técnica dos profissionais e empresas em questão.Mas alguém pode argumentar que essa é uma situação que só vai resultar em problemas ao final de uns cinco a dez anos. Num mercado como o brasileiro, composto em sua maioria por sites não-otimizados, há ainda muito espaço para crescimento.Isto seria verdade se não houvesse a intervenção dos já mencionados fatores de ignorância e preguiça a contaminar o mercado e ameaçando precipitar sua implosão para um prazo reduzido, de seis meses a um ano. Por isso, vamos analisá-los agora.

O fator ignorância vem do fato de que a otimização de sites chega ao Brasil deformada por uma percepção de que esse serviço se limita a fazer modificações no código-fonte das páginas. Essa deformidade é aparente pelo grande volume internautas que chegam a este blog buscando por coisas como “script para aparecer no google” ou “macete para colocar meu site entre os primeiros nas pesquisas”.

Se há demanda por scripts, truques e macetes, o mercado se encarrega da oferta. É nesse momento que a ignorância se manifesta em títulos bisonhos com dezenas de palavras-chaves, em páginas carregadas por todas as meta-tags possíveis e imagináveis, por descrições de sites que se limitam a repetir a mesma palavra-chave dezenas de vezes, por tags “keywords” com centenas de itens, incluindo todas as possibilidades de erro de digitação, entre outras bizarrias com que o internauta médio já deve ter se deparado algumas vezes, e que está encontrando com freqüência cada vez maior em suas pesquisas.Outra oferta, risível para quem conhece a fundo a técnica de otimização de sites, mas que compõe o negócio central de algumas empresas bastante “conceituadas”, por assim dizer, nesse mercado, é a de “cadastro de seu site em milhares de buscadores”. Ora, quantos buscadores importantes há no mercado? Apenas três: Google, Yahoo e Windows Live. Em todos eles, não há necessidade de “cadastro”, pois eles descobrem sites simplesmente visitando links! Se você não acredita mim, leia o que dizem os próprios buscadores: Google:”A inclusão nos resultados de pesquisas Google é rápida e fácil, você nem precisa submeter seu site ao Google. Google é uma ferramenta de pesquisa totalmente automatizada que usa softwares conhecidos como spiders (robôs) para rastrear a web em uma base regular e encontrar sites para adicionar ao nosso índice”Yahoo!: “O objetivo da busca Yahoo! é descobrir e indexar todo o conteúdo disponível na web para oferecer a melhor experiência de pesquisa aos nossos usuários. O índice da pesquisa Yahoo!, que contém alguns bilhões de páginas web, é mais de 99% preenchido através do processo grátis de rastreamento”.Windows Live:”Geralmente, se você seguir nossas diretrizes, você não precisa submeter seu URL para que o nosso MSNBot encontre o seu site”. O que fazem, portanto, essas empresas de “cadastro de sites em buscadores”? Na melhor das hipóteses, submetem seu site a listas de diretório, que criam links de baixo valor e retorno pífio em visitação pelo preço que cobram pela inclusão em suas listas. Na pior, simplesmente não fazem nada: adicionam um link para o cliente em seus próprios sites e deixam que os robôs dos buscadores façam o serviço por elas.Mas o principal fator de ignorância e preguiça a solapar rapidamente as bases do mercado de otimização de sites no Brasil é o completo desconhecimento do papel dos links nos rankings das páginas de resultados de busca. Mesmo aqueles que sabem que esse é o principal serviço de uma empresa de SEO, aquele que representa a maior parte dos custos, preferem esconder esse fato dos seus clientes.

Por quê? Porque o trabalho de criação de links de alta qualidade em grande quantidade é intensivo em mão-de-obra e, portanto, requer estruturação específica para que se torne custo-eficiente. É mais fácil vender uma fórmula mágica, um “script”, um “truque nas meta-tags”, do que mobilizar pessoas em tempo integral para multiplicar links para os clientes.

Entretanto, essa é a única saída para os próximos meses. Muito em breve, o arsenal de truques de otimização no nível da página web vai se esgotar e perder completamente sua eficácia. Os clientes decepcionados e furiosos com o desperdício de dinheiro em técnicas e procedimentos ineficazes vão se multiplicar e a reputação do mercado como um todo vai entrar em colapso. A farsa do “cadastro em buscadores” cedo ou tarde será exposta em toda a sua mentira e ineficiência.Quem permanecerá no mercado? As poucas empresas e profissionais que entenderem, hoje, o que o Google já tornou público há muitos anos em seu website:”O coração de nosso software é o PageRankTM, um sistema de classificação de páginas webdesenvolvido por nossos fundadores Larry Page e Sergey Brin na Stanford University. Embora nós tenhamos dúzias de engenheiros trabalhando para melhorar cada aspecto do Google em uma base diária, o PageRank continua a exercer um papel central em muitas de nossas ferramentas de busca

PageRank Explicado
PageRank se baseia na característica democrática da web ao usar sua vasta estrutura de links como indicador do valor de uma página web individual. Em essência, Google interpreta um link da página A para a página B como um voto da página A para a página B. Mas o Google observa muito mais do que o simples volume de votos ou links que uma página recebe, por exemplo, ele também analisa a página que oferece o voto. Votos concedidos por páginas que são, elas próprias, “importantes”, têm peso maior e ajudam a tornar mais “importantes” as outras páginas. Usando este e outros fatores, o Google fornece sua visão sobre a importância relativa de cada página web
“.

O recado é claro: seguir as diretrizes Google para a otimização do conteúdo da página apenas remove os obstáculos à sua correta classificação no índice. Estufar suas páginas com meta-tags e palavras-chaves é simplesmente inútil se você não participar ativamente da “vasta estrutura de links” da web. Para isso, você precisa estabelecer intensos relacionamentos com os demais sites web, para que seus gestores sintam-se estimulados a criar links que apontem para seu site, tornando-o progressivamente “importante” aos olhos robóticos dos buscadores.Todo esse quadro aponta para um diagnóstico: o mercado emergente, ainda silencioso e que desperta, ainda, alguma curiosidade e pouco interesse, mas que vai empurrar para a vala negra todo o mercado de otimização de sites baseado em “meta-tags” spameadas e “cadastros” fajutos é o de Mídias Sociais. Quem se estruturar hoje de forma custo-eficiente terá todo o mercado nas mãos dentro dos próximos meses, quando uma simples campanha de link-building derrotará todas os macetes e truques que compõem o frágil coração à beira do enfarte do negócio de otimização de sites no Brasil de hoje.

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