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Tribunais lideram Marketing de Conteúdo Jurídico

Perfil do Conselho Nacional de Justica (CNJ) no Facebook - Promoção da cidadania com imagens agradáveis

Perfil do Conselho Nacional de Justica (CNJ) no Facebook – Promoção da cidadania com imagens agradáveis

Na série de artigos sobre marketing jurídico que publicamos há alguns meses, destacamos a excelente oportunidade representada pelas mídias sociais para a implementação de um competente e ético programa de comunicação mercadológica para os escritórios de advocacia. No entanto, ainda observamos uma grande resistência por parte desse segmento quanto à adoção dessas práticas.

A resistência à ideia de adotar o marketing em mídias sociais não é exclusiva dos escritórios brasileiros. Um estudo recente da Strathclyde University detectou que apenas 10% dos escritórios de advocacia escoceses estão usando ativamente o Twitter para se comunicar com clientes potenciais em busca de aconselhamento.

Entretanto, alguns tribunais e órgãos do PoderJudiciário brasileiros vêm assumindo a liderança nas mídias sociais, mantendo perfis muito informativos e úteis para a população em geral. Por exemplo, o perfil do Conselho Nacional de Justiça no Facebook adotou a política de informar os cidadãos sobre seus direitos e promover a cidadania, em linguagem leve, de fácil entendimento por não especialistas, sempre recorrendo ao auxílio de imagens agradáveis e potencialmente compartilháveis.

O perfil no Facebook do Superior Tribunal de Justiça publica conteúdo extremamente variado, incluindo até o sorteio de um livro.

O perfil no Facebook do Superior Tribunal de Justiça publica conteúdo extremamente variado, incluindo até o sorteio de um livro.

Já o perfil do Superior Tribunal de Justiça espelha a intensa produção de conteúdo do STJ em outras mídias, com a divulgação de podcasts e notícias, com forte ênfase nas decisões do tribunal e nas suas consequências para a população em geral. Trata-se de perfil com conteúdo bastante variado, incluindo até o sorteio de um livro.

Perfil no Facebook do Tribunal Regional Federal da 5a-regiao (TRF5) - Excelente trabalho de curadoria de conteúdo

Perfil no Facebook do Tribunal Regional Federal da 5a-regiao (TRF5) – Excelente trabalho de curadoria de conteúdo

Uma tática alternativa é a empregada pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que concentra seus esforços na curadoria de conteúdo relevante para seu público, com destaque para as notícias que envolvem o próprio tribunal ou seus servidores.

Concluímos a partir da análise das estratégias por esses órgãos do Poder Judiciário que é, sim, possível e recomendável a adoção das mídias sociais como instrumento de comunicação com os públicos dos escritórios de advocacia. Seguindo os modelos adotados pelos tribunais e procedendo às devidas adaptações indispensáveis a cada caso, os escritórios de advocacia podem beneficiar todo o mercado e a própria sociedade, exercendo o papel de disseminadores de informação jurídica qualificada para quem dela necessita.







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Marketing jurídico no Brasil e a opção das mídias sociais

Advogados preferem comunicação em mão dupla - Imagem por Géssica Hellmann

Advogados preferem comunicação em mão dupla – Imagem por Géssica Hellmann

Retomando nossa série de artigos sobre o marketing para escritórios de advocacia no Brasil, comentamos neste artigo alguns dos mais importantes achados de estudo internacional realizado pela Lexis Nexis e Martindale-Hubble em colaboração no Brasil com a consultoria Gonçalves & Gonçalves.

Como vimos no artigo Marketing para escritórios de advocacia: use a criatividade possível dentro da ética, os escritórios de advocacia dispõem de menor flexibilidade no uso de ferramentas de marketing do que diversos outros ramos de atividade econômica, porém, estão disponíveis muitas formas de contornar as restrições a certas práticas de marketing jurídico dentro dos limites do estrito respeito aos princípios que orientam a ética profissional.

Conforme o mercado brasileiro cresce e se profissionaliza, também é observável a profissionalização crescente das atividades de marketing jurídico, embora não de maneira uniforme entre os diferentes atores no mercado. Segundo o estudo citado no início deste artigo, 63% dos escritórios de advocacia consultados não contam com profissional interno responsável pelo marketing, sendo que apenas 3% contam em seus quadros com 5 ou mais profissionais de marketing em tempo integral.

A ausência de um quadro profissional interno ocupado integralmente com o marketing tem diversas consequências práticas importantes. Uma das mais notáveis é que processos formais de planejamento de marketing são adotados por apenas 38% dos escritórios. Porém, quanto maiores os escritórios, maior é a adoção do planejamento de marketing formal, chegando a 78% no caso dos escritórios que empregam 100 ou mais advogados.

Na ausência de planos, chega-se facilmente ao descontrole de gastos, que tanto podem ser excessivos quanto insuficientes para realizar objetivos que sequer foram formalizados. A pesquisa revela que apenas 28% dos escritórios contam com procedimentos formais para elaboração do orçamento de marketing.

A consequência inevitável é a terceirização da maior parte das tarefas de marketing, sendo que as tarefas mais frequentemente terceirizadas são as de comunicação: criação de materiais de divulgação (80%), manutenção de sites institucionais (65%), assessoria de imprensa (50%), criação de anúncios (40%) e organização de eventos (30%).

Quanto às ações de comunicação de marketing, o estudo revela uma preferência por ações de comunicação “de mão dupla”, isto é, que permitam o feedback imediato do cliente, em detrimento de atividades “de mão única”.

As 5 atividades de comunicação de marketing “de mão única” percebidas como mais eficientes, por ordem de importância, são (1) sites institucionais, (2) presença na mídia, (3) artigos, (4) alertas para clientes e (5) informativos segmentados.

Já as 5 atividades “de mão dupla” preferidas pelos profissionais de marketing jurídico são (1) apresentações, (2) networking, (3) alianças, (4) participação em reuniões internas dos clientes e (5) análise da clientela.

Curiosamente, as atividades “de mão dupla” menos bem avaliadas envolvem justamente o uso de recursos tecnológicos envolvendo a internet: marketing em redes sociais, blogs e seminários virtuais.

Dissemos que esse resultado é “curioso” especialmente porque o estudo revela que essas ferramentas abrem a possibilidade real de chegar aos clientes potenciais justamente com as mensagens que têm a maior probabilidade de gerar a contratação. Segundo o estudo, os 5 critérios que os clientes consideram mais importantes ao escolher um escritório de advocacia são, por ordem de importância, (1) Conhecimento jurídico, (2) Serviços ao cliente, (3) Experiência no mercado em que o cliente atua, (4) Reputação do escritório e (5) Soluções criativas.

Como vimos no artigo Blog de negócios: pesquisa revela sua eficiência como ferramenta de comunicação e marketing é inegável que as ferramentas que podem expressar com mais eficiência o conhecimento, os serviços, a experiência, a reputação e as soluções do escritório são justamente o blog corporativo e o marketing em redes sociais.

Cada vez mais, o escritórios de advocacia brasileiros precisam se ocupar da profissionalização de seu marketing, estruturando-se internamente para enfrentar o desafio de um mercado cada vez mais competitivo, adotando planos formais e objetivos claros. Especialmente, é necessário estabelecer uma política de comunicação de marketing capaz de responder às necessidades reais de informação de seus clientes. Finalmente, é indispensável despertar a para a realidade de que o o Brasil é o 7º maior mercado de internet do mundo, sendo que mais de 90% dos brasileiros conectados à internet adotam as redes sociais, inclusive como fonte de informação, interação e novos negócios, sendo ainda necessário lembrar que a internet provê justamente a forma de comunicação preferida pelos advogados, a comunicação “de mão-dupla”.







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Marketing para escritórios de advocacia: opções do networking ao patrocínio

Networking essencial para Marketing Jurídico - Imagem por Géssica Hellmann

Networking essencial para Marketing Jurídico – Imagem por Géssica Hellmann

Dando sequência à nossa investigação sobre o marketing para escritórios de advocacia, entrevistamos Edson de Oliveira Braga Filhosócio fundador do escritório Braga Advogados Associados, especializado nas áreas do Direito Ambiental e Urbanístico, Cooperativo e Empresarial e Diretor Presidente do IBPEAC – Instituto Brasileiro de Pesquisas e Estudos Ambientais e Cooperativos.

Géssica Hellmann: Edson, você tem visto em termos de bons exemplos de ações em comunicação e marketing para escritórios de advocacia?

Edson de Oliveira Braga Filho: Temos um Estatuto da OAB que direciona claramente as ações de marketing para os advogados e os escritórios de advocacia. Esses princípios devem ser respeitados e conciliados com as novas mídias, onde a interação e integração de ações positivas é imprescindível para o crescimento. Com isso temos experiências na construção de eventos, conferências, seminários, congressos, workshops, sessões de autógrafos, cursos de treinamento. Essas experiências, aliadas aos sites institucionais e às novas redes sociais, trazem a oportunidade de uma comunicação direta, objetiva, limpa e ética.

Géssica Hellmann: Um fator-chave continua sendo o constante networking, correto?

Edson de Oliveira Braga Filho: Certamente. O networking é uma das melhores ferramentas disponibilizadas para os escritórios de advocacia, gerando sempre a possibilidade de novas ações e parcerias.

Géssica Hellmann: No caso específico de patrocínio de eventos de negócios, digamos, um evento que aborde sustentabilidade na construção civil. Um escritório de advocacia poderia patrocinar esse evento? Ou existem restrições quanto a patrocínios?

Edson de Oliveira Braga Filho: Eu entendo que todas as ações que são realizadas dentro da ética, são sempre bem vindas. O patrocínio bem estruturado para a participação em um evento de negócios é perfeitamente correto; Tenho visto vários casos em eventos que ocorrem pelo Brasil, notadamente na cidade de São Paulo.

Géssica Hellmann: Ainda dentro do assunto patrocínio, como você vê a participação em patrocínios e apoios artísticos, esportivos e culturais? Esse tipo de ação traria benefícios a um escritório de advocacia?

Edson de Oliveira Braga Filho: Sim, esse tipo de ação pode trazer benefícios a um escritório de advocacia, ao demonstrar sua conectividade no mundo atual, inserido em ações sociais, culturais, cooperativas, ambientais e com o objeto de contribuir para o bem comum, como preconiza o artigo 225 da nossa Carta Magna. Há ainda a possibilidade de conciliar-se as imagens para a divulgação junto a sociedade, tornando-a mais consciente e participativa.

Géssica Hellmann: Sobre as redes sociais que são uma forma de comunicação muito pessoal, em que é comum que as pessoas compartilhem, por exemplo, momentos com sua família e outros aspectos de sua vida particular: como um advogado poderia aproveitar essa mídia sem ultrapassar as barreiras da ética?

Edson de Oliveira Braga Filho: O advogado é um ser humano como outro qualquer. Como tal, tem o direito de se manifestar, de participar e de se apresentar a sociedade como pessoa física. O importante é fazê-lo de forma consciente e sempre tendo na ética e no bom senso os seus principais parâmetros, jamais misturando vida pessoal e assuntos particulares, com a vida profissional. É imperativo que saiba fazê-lo, para não se permitir ficar no fio da navalha. Para mim é um processo natural e que a sapiência conduz a um bom termo.

Géssica Hellmann: No caso de sites institucionais e blogs profissionais ou empresariais. Que tipo de matéria jurídica, de opinião sobre matéria jurídica não deveria abordado de jeito nenhum nessas mídias?

Edson de Oliveira Braga Filho: Eu creio que um site bem elaborado por uma empresa profissional e reconhecida no mercado é o suficiente para que você possa apresentar o seu escritório, as suas ações de trabalho, de participação social com as suas ideias e ideais, de forma simples e objetiva, abordando assuntos pertinentes às suas áreas de atuação.







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Marketing de escritórios de advocacia: use a Criatividade possível dentro da Ética

Marketing Jurídico: A diferença pode ser um pequeno detalhe - Imagem por Géssica Hellmann

Marketing Jurídico: A diferença pode ser um pequeno detalhe – Imagem por Géssica Hellmann

Como fazer marketing de escritórios de advocacia? Como obter uma imagem diferenciada operando sob sérias restrições da ética profissional às práticas de comunicação e publicidade de serviços jurídicos? Para responder a essa pergunta, conversei com experientes advogados de bem sucedidos escritórios de advocacia. Veja a seguir as principais conclusões a que chegamos.

Antes de mais nada, pode até causar espanto o fato de que o código de ética da OAB dedica um capítulo inteiro à publicidade de advogados, em que são estabelecidas regras de bom senso com base nos seguintes princípios estabelecidos no artigo 28: “discrição”, “moderação” e “finalidade puramente informativa”. Basicamente, a OAB deseja evitar o uso de apelos publicitários comuns no varejo de bens de consumo, como a linguagem hiperbólica, repleta de superlativos, promoções exageradas e outras práticas que poderiam até beneficiar um ou outro profissional individualmente mas ao custo de comprometer a credibilidade da categoria como um todo.

Se essas restrições, por um lado, ajudam a proteger o conjunto dos advogados de eventuais más práticas individuais, por outro lado criam um forte entrave à comunicação dos serviços de advocacia. Na visão de Antonio Gottardi, do escritório Antonio Gottardi Advogados Associados, “os custos impostos para manutenção de uma sociedade de advogados de ponta e a necessidade de uma administração profissionalizada para a sociedade poder crescer sustentavelmente, é mais do que necessário um plano de marketing efetivo”.

Ou seja, por mais limites que a limitações éticas imponham, o marketing continua sendo essencial para a sobrevivência e o desenvolvimento dos escritórios de advocacia. Como eles fazem? Para Leonardo Barcelos de Oliveira, a estratégia de conquista de clientes deve incluir, além das tradicionais indicações de clientes e parceiros, o aproveitamento de oportunidades de obter visibilidade sem recorrer à publicidade tradicional: “Via de regra, a melhor publicidade é a exposição de sócios em eventos jurídicos ou em grandes causas, as quais são objeto de reportagem”.

Luiz de Andrade Shinckar, da Shinckar & Advogados Associados, concorda que as indicações e os casos de repercussão na mídia são fonte importante de clientes, mas aponta um outro caminho no caso dos escritórios de grande porte: “Na prática, as grandes Bancas são procuradas por grandes corporações, geralmente nas suas sedes estrangeiras. As matrizes determinam às filiais ou subsidiárias que estabeleçam contato com tal ou qual advogado de determinada Banca. É rara a captação da Banca diretamente com as grandes corporações. O inverso, novamente, é o mais usual”.

E os escritórios menores como ficam? Para Adalberto Jacob Ferreira, a situação é mais apertada no caso dos escritórios, “mostrando que a regra de ‘quem pode mais chora menos’, ainda existe”.

Com base nos depoimentos desses profissionais, acreditamos que o desafio de desenvolver um plano de marketing para escritórios de advocacia requer criatividade acima do normal mas é perfeitamente exequível. Embora a OAB estabeleça regras rígidas e interdições explícitas como, por exemplo, a proibição de marketing direto, telemarketing e publicidade na TV e no rádio, o fato é que, hoje, os comunicadores dispõem de dezenas de mídias e técnicas diferenciadas para atingir a todos os tipos de público com mensagens que atendam a todos os requisitos de discrição e sobriedade, sem deixar de transmitir eficazmente a mensagem de que o cliente potencial pode confiar na capacidade profissional do seu escritório.

As mídias sociais na internet, por exemplo, incluindo os blogs corporativos já empregados com competência por alguns escritórios, além dos perfis individuais e corporativos nas redes sociais, também podem ser usadas para informar e educar os clientes potenciais e seus influenciadores de opinião  com pleno respeito a todas as regras estabelecidas pela OAB.

O importante é entender que a regra da OAB tem a finalidade de proteger a classe e que as restrições que ela impõe no código de ética são de bom senso. A partir daí, é exercitar a criatividade para implementar uma política de comunicação que divulgue a marca individual ao mesmo em que respeita os parâmetros que visam a proteger o interesse coletivo.







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