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Pesquisa mostra evolução da gestão de mídias sociais

A empresa de pesquisas Altimeter Group divulgou recentemente um relatório sobre a situação das mídias sociais, incluindo resultados de estudos realizados anualmente a partir de 2010. As pesquisas foram conduzidas apenas junto a empresas com 1000 funcionários ou mais entre 2010 e 2012 e, em 2013, com 500 funcionários ou mais. O relatório deste ano focalizou o amadurecimento das mídias sociais de simples tática de marketing à completa integração à estratégia da empresa. Confira a seguir os principais resultados.

  • Equipes próprias. Mais de ¾ das empresas pesquisadas mantêm uma equipe dedicada exclusivamente à gestão de mídias sociais (Figura 1).
    Figura 1: Em que nível as empresas mantêm equipes de gestão de mídia social - corporativo, divisional ou ambos? Fonte: Altimeter Group (2013) - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

    Figura 1: Em que nível as empresas mantêm equipes de gestão de mídia social – corporativo, divisional ou ambos? Fonte: Altimeter Group (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Funcionários dedicados. O número de funcionários dedicados especificamente à função de mídia social apresentou forte crescimento em 2012 em comparação com 2010, nas empresas com mais de 5 mil funcionários (Figura 2).
    Figura 2: Evolução no número de funcionários alocados em mídia social, por porte da empresa - Comparação 2010/2012 - Fonte: Altimeter Group (2013) - Imagem por Géssica Hellmann & Cia.

    Figura 2: Evolução no número de funcionários alocados em mídia social, por porte da empresa – Comparação 2010/2012 – Fonte: Altimeter Group (2013) – Imagem por Géssica Hellmann & Cia.

  • Expansão na empresa. As áreas da empresa que contam com funcionários dedicados em tempo integral também estão cada vez mais diversificadas, sinalizando uma evolução da gestão de mídias sociais dos simples objetivos de marketing para o desempenho amplo de funções na empresa. O fenômeno é descrito pelo Altimeter Group como uma “Expansão da Mídia Social rumo ao Negócio Social (Social Business)” (Figura 3).
    Figura 3: Que áreas das empresas mantêm equipes de mídias sociais? - Fonte: Altimeter Group (2013) - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

    Figura 3: Que áreas das empresas mantêm equipes de mídias sociais? – Fonte: Altimeter Group (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Mudança de objetivos. Muitos objetivos das mídias sociais que eram prioritários em 2010 perderam importância em 2012, entre eles o Social Commerce, que registrou uma queda de 13 pontos percentuais entre uma pesquisa e outra. Por outro lado, mostraram forte crescimento objetivos como “diálogo e engajamento” (7 pontos) e “atendimento direto ao cliente através de canais sociais” (16 pontos). Os objetivos de “Marketing de Conteúdo” e “Programa de Embaixador da Marca” sequer foram mencionados em 2010 mas ocuparam posição de destaque nos objetivos para 2013. Confira os valores na figura 4.
    Figura 4: Evolução dos objetivos de mídia social (2012/2010) - Fonte: Altimeter Group (2013) - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

    Figura 4: Evolução dos objetivos de mídia social (2012/2010) – Fonte: Altimeter Group (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Orçamento: os orçamentos de mídia social se mantiveram praticamente constantes em 2013 na comparação com 2012, registrando pequena variação positiva na faixa entre 500 mil e 5 milhões de dólares, e pequena variação negativa na faixa inferior a 500 mil dólares.
  • Tecnologia. Os maiores investimentos em tecnologia de mídia social foram destinados a plataformas de Monitoramento, Análise Estatística (“social analytics”), Comunidades, Gestão, Redes Sociais Corporativas e CRM social.

Consequências para as empresas brasileiras

O perfil das empresas pesquisadas pelo Altimeter Group, bem como a visível evolução em suas práticas de gestão de mídias sociais, não deixa dúvida de que as empresas americanas de maior porte estão muito mais interessadas nas mídias sociais como uma estratégia ampla de influência direta sobre grande número de pessoas chaves.

Como afirmamos anteriormente neste blog, trata-se de uma “guerra pela influência“, em que os participantes buscam ativamente persuadir o maior número possível de pessoas dos pontos de vista que interessam a eles, ao mesmo tempo em que empregam formas de bloquear os pontos de vista que interessam a seus competidores.

A tendência é no sentido de vermos, nos próximos anos, um declínio das ações em mídias sociais que tenham em vista apenas “pescar” consumidores, seja com anzol (um por um) ou tarrafa (em massa).

O domínio do espaço das mídias sociais pertencerá às empresas cujas ações se fundamentarem em uma estratégia ampla de influência dos seus públicos-chaves, incluindo uma análise agressiva das estratégias dos competidores em função de sua capacidade de neutralizar os esforços persuasivos da empresa.

Em termos mais diretos: é hora de deslocar o foco de sua estratégia. Invista menos tempo se preocupando com a mídia e concentre sua atenção no conteúdo da sua mensagem. Escolha seu público, decida o que ele precisa saber sobre sua empresa e, só então, decida em qual mídia você vai transmitir a ele essa informação.

Caso precise de ajuda nessa tarefa, entre em contato pelo formulário a seguir.







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Marketing online oferece o melhor ROI no mercado B2B

Pesquisa do Sagefrog Marketing Group junto 100 executivos de marketing e adminstração em empresas de diversos segmentos no mercado B2B nos Estados Unidos revela um salto nos valor dos investimentos em marketing em 2013, com destaque para ações de marketing de conteúdo e marketing digital. Confira a seguir os principais resultados.

Gráfico 1: 51% das empresas americanas investem em marketing 5% ou mais de sua receita. Fonte: Sagefrog Marketing Group (2013) - Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

Gráfico 1: 51% das empresas americanas investem em marketing 5% ou mais de sua receita. Fonte: Sagefrog Marketing Group (2013) – Gráfico por Géssica Hellmann & Cia.

  • Plano de Marketing: Apenas 65% das empresas B2B pesquisadas guiam suas ações por um plano formal de marketing. Esse número representa um progresso de 2 pontos percentuais em relação a 2012.
  • Terceirização das ações de marketing: 60% das empresas terceirizam total ou parcialmente suas ações de marketing, um avanço de 3 pontos em relação a 2012.
  • Projetos versus Relacionamentos Contínuos: 54% terceirizam os serviços de marketing apenas com base em projetos, contra 17% que investem em uma relação continuada com prestadores de serviços. Somam 29% as empresas que apostam em um mix de projetos e relacionamentos contínuos. O avanço nos relacionamentos contínuos foi de 8 pontos percentuais em relação a 2013.
  • Salto no investimento: 51% já investem em marketing mais de 5% de suas receitas. Somam 39% as empresas que investem mais de 10% – confira os dados na figura 1.
  • Predomínio do marketing digital: As principais áreas de investimento em marketing B2B são, pela ordem, desenvolvimento do site, marketing online, feiras e eventos, e-mail marketing e publicidade.
  • Fontes de leads: As principais fontes de leads no segmento B2B são, da mais importante para a menos importante, as Indicações, Feiras e Eventos, Email marketing, Relações Públicas, Marketing Online, Publicidade, Telemarketing, Mala Direta.
  • Retorno sobre Investimento: Solicitados a classificar as diferentes ações de marketing em função do Retorno sobre o Investimento (ROI), as melhores ferramentas foram, pela ordem, Marketing Online, Feiras e Eventos, Email Marketing, Relações Públicas, Publicidade, Mala Direta, Telemarketing.
  • Táticas de Marketing: As táticas de marketing citadas em mais de 50% das respostas foram Website (85%), Email Marketing (72%), Mídia Social (62%), SEO (56%) e Press Releases (51%).
  • Táticas de Mídia Social: As redes sociais dominam o cenário, com crescimento constante de 66% em 2011 para 84% em 2013. Em seguida vêm os blogs que, após um pico de 48% em 2012, mostram um recuo para 39 em 2013. Comportamento semelhante é observado em todas as outras táticas de mídias sociais, à exceção do compartilhamento de vídeos, que demonstram um progresso contínuo, de 26% em 2011 para 37% em 2013.
  • Redes sociais: Observa-se um predomínio do Linkedin, citado por 78%, seguido pelo Facebook, com 73%. O relatório destaca que o Facebook avançou 8 pontos percentuais em 2013 em relação a 2012. As redes sociais líderes são seguidas de longe por Twitter (53%), Youtube (43%), Google+ (31%) e Pinterest (19%). Também é importante notar o avanço de 10 pontos percentuais nas citações do Pinterest neste ano
  • Importâncias das Mídias Sociais: 57% dos respondentes consideram as mídias sociais “Muito Importantes” (31%), “Importantes” (13%) ou “Algo importantes” (13%).
  • Tempo investido nas Mídias Sociais: 42% investem 4 horas semanais ou mais nas mídias sociais, sendo que 65% investem pelo menos 1 hora semanal
  • Verba de Marketing em 2014: 45% planejam aumentar a verba de marketing em 2014 e 52% pretendem mantê-la no mesmo patamar deste ano. Apenas 3% pretendem reduzir o investimento em marketing no próximo ano.

Consequências para as empresas brasileiras

Ano após ano, pesquisa após pesquisa, torna-se cristalino o fato de que as empresas que atuam no mercado corporativo (B2B) não podem prescindir de uma política de marketing tão intensa e profissional quanto as empresas orientadas para o mercado consumidor. É preciso apenas vencer a resistência à mudança, integrando de forma sinérgica as redes sociais às táticas mais tradicionais, como as vendas pessoais, eventos, feiras e marketing direto, por exemplo.

Para saber como sua empresa pode integrar o marketing online às táticas que você já utiliza para captar clientes corporativos, entre em contato pelo formulário a seguir, ou fale já com a gente, clicando no botão do Skype disponível do lado esquerdo deste artigo!







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Linkedin: o papel do evangelista da marca no marketing B2B

Como sua empresa pode marcar posição no Linkedin, fortalecendo o relacionamento com os principais influenciadores e tomadores de decisão? A chave está em aliar estrategicamente as duas grandes forças da comunicação de marketing na internet: o Marketing de Conteúdo e o Marketing de Relacionamento com clientes atuais e futuros.

Linkedin: estratégia de marketing B2B - imagem por Géssica Hellmann

Linkedin: estratégia de marketing B2B – imagem por Géssica Hellmann

O Linkedin é, mundialmente, a maior rede profissional da Internet. Lá você encontrará os executivos de todas as empresas da Fortune 500. Só no Brasil, já somos mais de 13 milhões de usuários ativos.

O Linkedin é uma excelente rede para ampliar a visibilidade de sua marca, fortalecer o seu relacionamento com os clientes atuais e interagir com os principais tomadores de decisão nos mais diversos segmentos. Deste modo, trata-se de uma ferramenta preferencial para todos os que estejam engajados no desafio de conquistar e manter clientes no mercado B2B.

No Linkedin, como em todas as suas outras ações de comunicação, você deve ter como foco o seu público-alvo. Seu objetivo é apresentar conteúdo relevante para atender às necessidades de informação dos diferentes estágios de prontidão para compra em que cada cliente se encontre.

Um fator fundamental para um eficiente  Marketing de Relacionamento a que poucas marcas têm dado a devida atenção é a definição de quem será o evangelista de sua marca. O evangelista é a pessoa responsável por gerenciar e monitorar as conversações estabelecidas nas mídias sociais – incluindo o Linkedin – que envolvam a sua marca, os seus produtos e o seu mercado de atuação.

Lembramos também que a participação do evangelista, em sua posição como “defensor da marca”, deve ir além da interação ou da publicação do conteúdo  na página oficial da empresa no Linkedin. O evangelista precisa também estar ativo onde o seu público se faz presente, zelando especialmente pela participação em grupos e comunidades. Veja a seguir alguns exemplos, extraídos de casos reais:

  • Em uma indústria de lingerie, o papel do evangelista é garantir a presença da marca através de um comportamento participativo/contributivo em grupos de varejo de moda.
  • No caso de uma indústria de equipamentos para construção civil, o papel do evangelista foi participar em grupos voltados a discussões sobre infraestrutura, engenharia e construção civil.
  • O evangelista de uma empresa do segmento contábil deve estar preparado para participar de grupos que reúnam CEOS, diretores e gerentes financeiros.

Desenvolvendo um trabalho de marketing de conteúdo direcionado aos diferentes públicos-alvo e interagindo de forma programada e direta com os tomadores de decisão, o evangelista de sua marca oferecerá a você a oportunidade de fortalecer o relacionamento com clientes atuais, informando e oferecendo soluções, reforçando a lembrança da marca, coletando feedback e, acima de tudo, influenciando diretamente o tomador de decisão.

No Linkedin, você não precisa passar por gatekeepers (telefonista, pela secretária, estagiários, assistentes) sem poder de decisão antes de finalmente chegar ao tomador de decisão.

O Marketing de Relacionamento no Linkedin soma-se ao Marketing de Conteúdo para ampliar as oportunidades de vendas, tornando-se o processo como um todo mais simples e rentável. Afinal, o evangelista da marca desempenha a importantíssima função de “preparar o terreno” para o contato direto de sua equipe de vendas, o tomador de decisão receberá seus vendedores de uma forma muito mais positiva. Após um cuidadoso trabalho de preparação no Linkedin, o seu vendedor não será apenas o “Fulano de Tal, vendedor”, mas o bem vindo representante de uma marca que o tomador de decisão já conhece e admira.

O evangelista da marca interage em nome da empresa nas redes sociais tem o papel de facilitador, de abrir caminho, fortalecendo o relacionamento entre a marca e os tomadores de decisão.

A pessoa responsável pelo gerenciamento da marca nas redes sociais, além de ser boa comunicadora, deve ter excelente habilidade em relações humanas.

Nunca é demais lembrar que as empresas são compostas por pessoas.

Entre em contato pelo formulário abaixo e comece já a implementar uma estratégia vencedora de Marketing de Relacionamento e Marketing de Conteúdo para influenciar os principais tomadores de decisão, abrindo incríveis oportunidades para que sua equipe comercial conquiste novos clientes e detecte um mundo de oportunidades de novos negócios.







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Postagens no Facebook: alcance máximo em menos de 2 horas

Estudo da empresa Wisemetrics dedicou-se a medir a longevidade das postagens no Facebook em relação às principais variáveis de interesse: Engajamento, Impressões e Alcance. Os resultados desse estudo foram consolidados no gráfico a seguir.

Progresso mediano das postagens no Facebook ao longo do tempo. Fonte: Wisemetrics (2013).

Progresso mediano das postagens no Facebook ao longo do tempo. Fonte: Wisemetrics (2013).

O gráfico mostra o progresso das medianas das variáveis obtidas por uma postagem no Facebook durante as primeiras 12 horas após sua publicação. No eixo vertical, encontra-se o valor percentual do progresso mediano da amostra analisada pela Wisemetrics em relação ao valor final obtido pela postagem. No eixo horizontal, vemos o número de horas após a publicação. As variáveis analisadas são Engajamento (vermelho), Impressões (verde) e Alcance (azul).

O Engajamento atinge 75% de seu potencial máximo apenas 5 horas após a publicação da postagem. As Impressões têm vida útil mais curta do que o Engajamento, levando apenas 2 horas e 30 minutos para atingir 75% de seu valor máximo. O Alcance tem longevidade ainda menor: 75% da audiência terá visto sua mensagem em apenas 1 hora e 50 minutos.

Com alguma variação, leva apenas 30 minutos para que uma postagem atinja 50% de seu Alcance global máximo.

Consequências para as empresas brasileiras

Temos lido e ouvido, tanto de clientes como de “especialistas” brasileiros, uma preocupação quanto ao “excesso” de publicações no Facebook, que afastaria os fãs. Em consequência dessa preocupação, esses “especialistas” recomendam um número extremamente baixo de postagens diárias, em alguns casos não superior a quatro.

Ora, a medida da Wisemetrics derruba de vez o equívoco dessa percepção baseada em má interpretação de dados de pesquisa. É evidente que ninguém deseja bombardear os fãs com uma publicação por minuto, praticamente monopolizando suas linhas do tempo.

Mas é simplesmente óbvio que, como 75% de sua audiência terá visto sua postagem menos de 2 horas após a sua publicação, sua marca estará deixando de chegar a seu público durante todo o período que separa esse momento de exaustão e o momento da pŕoxima postagem.

Não se trata aqui, obviamente, de estipular uma nova regra acéfala: “faça uma publicação a cada 2 horas”. É preciso, isso sim, analisar os seus próprios dados relativos a Alcance, Engajamento e Impressões junto a seus próprios públicos e articulá-los logicamente com os objetivos estipulados para sua marca.

Se você está cansado de “especialistas” que acham muito mas não sabem nada, entre em contato pelo formulário a seguir.







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Facebook é maior fonte social de visitas a sites de notícias

Segundo dados produzidos por Statista e Mashable, o Facebook é a principal fonte de audiência dos maiores sites de notícias dos EUA, seguido de longe por Twitter, Reddit e Stumbleupon, confira os dados no gráfico 1.

Facebook é maior fonte social de audiência para sites de notícias nos EUA. Fonte: Mashable/Statista (2013)

Gráfico 1 – Facebook é maior fonte social de audiência para sites de notícias nos EUA. Fonte: Mashable/Statista (2013)

Mas isso não é tudo. Um recente estudo Nielsen comparou a audiência do Facebook com a das emissoras de TV e revelou um dado surpreendente: os anunciantes já podem atingir audiência de massa no Facebook a um custo consideravelmente menor do que na TV, veja os dados do gráfico 2.

Gráfico 2 - Estudo Nielsen compara audiências de emissoras de TV com a do Facebook e sugere que a rede social já é uma alternativa viável aos altos custos da mídia televisão. Fonte: Nielsen (2013).

Gráfico 2 – Estudo Nielsen compara audiências de emissoras de TV com a do Facebook e sugere que a rede social já é uma alternativa viável aos altos custos da mídia televisão. Fonte: Nielsen (2013).

No horário diurno (“Day Time”), o alcance exclusivo do Facebook (faixa azul clara) chega a ser mais do que 4 vezes maior do que o alcance exclusivo da TV (faixa laranja). Se considerarmos a superposição de audiência (faixa roxa), vemos que o alcance total do Facebook é maior do que o dobro do alcance total da TV nesse horário.

Já no horário nobre (“Prime Time”), a liderança continua pertencendo à TV, porém de forma muito mais discreta. Enquanto o alcance exclusivo das emissoras de TV varia entre 22 e 26%, o alcance exclusivo do Facebook oscila entre 15 e 20%, valores bastante próximos ao da mídia rival. Mais ainda: predomina a superposição de audiência entre essas mídias, com variação entre 31 e 36%.

Em miúdos, o que esse gráfico nos diz é que, nos EUA, mesmo no horário nobre é possível obter no Facebook um alcance equivalente ou superior ao obtido através da mídia TV.

Considerando o crescimento explosivo do acesso à internet no Brasil e a fortíssima tendência rumo à socialização por parte do internauta brasileiro, podemos supor que, entre nós, também estamos caminhando nessa direção. Assim, é importante começar a complementar estrategicamente sua estratégia de publicidade em TV com uma estratégia de comunicação no Facebook, utilizando a superposição de audiência entre essas mídias para otimizar sua verba de publicidade.

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