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Tarefas para fazer o seu site vender

Há muita gente em busca de uma solução mágica para seu marketing online. De mágica em mágica, esses empresários vão experimentando um pouco de tudo e sucessivamente se frustrando com sua infindável sequência de testes.

O marketing de galho em galho

Por exemplo, um típico empresário brasileiro de internet experimenta uma campanha por links patrocinados durante dois ou três meses. Após esse período, ele desiste e passa a investir em e-mail marketing. Pouco tempo depois, ele desiste novamente e passa a buscar a mágica do SEO e dos rankings no Google. Mais alguns meses, mais uma desistência, e começa a especulação no mercado de mídia social. Os meses passam, o site continua não vendendo e o empresário começa a desconfiar que essa história de vender através da internet é conversa fiada.

Qual é o problema exatamente? E qual é a solução?

Para começar, podemos batizar o problema de “marketing de galho em galho”. A verdade é que nenhuma ação isolada aplicada por um período de poucos meses é suficiente para levantar do chão as vendas de um website.

Cada ferramenta, uma tarefa

O motivo é simples: cada ferramenta de marketing, seja SEO, e-mail marketing, marketing em mídia social ou qualquer outra, cumpre uma tarefa específica que só ela é capaz de realizar. Assim, quando você investe em apenas uma dessas ferramentas, você está desempenhando apenas uma tarefa e deixando em segundo plano todas as demais.

No mais das vezes, a propósito, o empresário sequer sabe qual é a tarefa que precisa ser realizada. Ou acredita erroneamente que a tarefa da ferramenta escolhida é, simplesmente, “vender”.

Isso é receita para decepção.

A função do SEO, por exemplo, é única e exclusivamente fazer o seu site aparecer nos resultados de pesquisa Google para as palavras-chaves normalmente empregadas pelos seus clientes quando querem comprar os produtos que você oferece.

Não é uma tarefa simples nem pouco importante.

Ao contrário, se você for bem sucedido no SEO, terá cumprido uma tarefa importante para vender.

Mas é fato que você pode conquistar resultados brilhantes no SEO e, ainda assim, obter resultados pífios em vendas, porque o máximo que o SEO pode fazer é levar clientes à sua loja. E quem vai fazer a venda, efetivamente, é sua loja, não o SEO.

Um caso real de marketing integrado

Por exemplo, tivemos um cliente que reclamava que o site não vendia e decidiu nos consultar sobre a estratégia de SEO com blogs corporativos. Em seis meses no ar, o site registrava apenas 40 pedidos – média de 6,6 pedidos por mês, ou um pedido a cada 4 ou 5 dias.

Bastou uma visita ao site dessa empresa para suspeitar que o problema não era “falta de rankings no Google”, mas a ausência de uma estratégia coerente de vendas. Sob nossa orientação, o design das páginas foi inteiramente reestruturado e diversos recursos foram implementados. Bastou implementar no site algumas das modificações que sugerimos para que as vendas começassem a pipocar, antes mesmo de implementarmos qualquer esforço especial de otimização para o Google.

Após as modificações iniciais, começamos a implementar a estratégia de marketing recomendada e, em dois meses, o número de pedidos explodiu. Já nos primeiros dois meses, o site gerou maior número de pedidos por mês – e maior faturamento – do que nos seis meses anteriores.

Os problemas mais sérios surgem quando você começa a ter sucesso

Foi exatamente no momento da subida astronômica no número de pedidos que o maior problema de todos apareceu: o sistema de pagamentos do site simplesmente gerava erros em uma porcentagem altíssima de pedidos! Os clientes clicavam em “gerar boleto” e o sistema não emitia o documento para pagar. Resultado: o cliente desistia da compra.

O melhor que o Google pode fazer é levar clientes à sua loja

Quando a “caixa registradora” da sua loja para de funcionar, não há ranking no Google que a faça vender!

Esse caso é exemplar sobre a fraqueza do “marketing de galho em galho”. Se sua loja não está vendendo o quanto você gostaria, você precisa investigar a fundo todas as possíveis causas e definir quais são as tarefas necessárias para resolver cada um dos problemas levantados.

Em seguida, você definirá qual ferramenta ou conjunto de ferramentas será necessário para cumprir cada uma dessas tarefas específicas.

Somente após cumprir as tarefas necessárias para fazer o seu site vender é que seu site irá vender.

Por tudo isso, faço o convite para que você pare de buscar soluções mágicas isoladas e comece a pensar em uma estratégia de marketing coerente a longo prazo, inteiramente voltada para seus objetivos de vendas, em que cada ferramenta valerá pela tarefa que vier a cumprir.

Preencha o formulário a seguir e entre em contato para começarmos a definir um conjunto integrado de tarefas de marketing para fazer o seu site vender.



Sem link building não há rankings, visitas ou vendas

Parece incrível mas, para muita gente, a necessidade do link building é um mistério insondável, envolto em desconfiança e incredulidade. Digo que é incrível porque o próprio Google enfatiza de maneira explícita em português claríssimo na página http://www.google.com/corporate/tech.html:

  • Tecnologia PageRank: O PageRank faz uma avaliação objetiva da importância de páginas da web, resolvendo uma equação de mais de 500 milhões de variáveis e 2 bilhões de termos. Em vez de contar links diretos, o PageRank interpreta um link da Página A à Página B como um voto para a Página B pela Página A. O PageRank, então, avalia a importância da página pelo número de votos que recebe.
  • O PageRank também considera a importância de cada página que deposita um voto, já que os votos de algumas páginas são considerados como tendo maior valor, dando assim à página vinculada um maior valor. As páginas importantes recebem um PageRank mais alto e aparecem na parte superior dos resultados da pesquisa. A tecnologia do Google usa a inteligência coletiva da web para determinar a importância de uma página. Não há envolvimento humano ou manipulação de resultados, o que faz com qutoe os usuários confiem no Google como uma fonte de informações objetivas não corrompidas por colocação paga.

A mensagem do Google nesses dois parágrafos pode ser resumida em uma única frase:

“Só tem ranking quem tem link: sem link, não tem ranking”!

Ainda assim, quando vou explicar a um cliente em potencial a necessidade do serviço de link building, esbarro com muita freqüência em exclamações de surpresa e indagações de desconfiança. O motivo é que quase todos imaginam que o serviço de SEO limita-se a uma “mexida no código” das páginas do site, talvez incluindo algum “truque de programação” para fazer o site aparecer no Google.

Essa impressão não é sem justificativa. Dê uma olhada nos blogs sobre SEO e confira qual é o assunto das postagens. De uma maneira geral, esses blogs abordam apenas três assuntos:

  1. Dicas superficiais sobre a otimização das páginas do site
  2. Tudo o que o autor do blog acha que o Google acha sobre tudo
  3. Tietagem de Guglete: Google fez, Google aconteceu

Link building? Assunto jogado para segundo plano. No máximo, o autor vai se arriscar a dizer alguma bobagem genérica sobre o que ele acha que o Google acha sobre link building.

Bem, minha formação é diferente. Eu não gosto de achismos e, na realidade, acredito  que quem muito acha, nada sabe.

Assim, resolvi fazer um teste prático, iniciando em agosto deste ano um blog sobre assunto muito procurado, no qual apliquei somente a otimização on-page, sem nenhum link em sites externos. Veja o gráfico de audiência desse blog do dia 7 de outubro para cá:

Desempenho da audiência de um blog sem link building

Desempenho da audiência de um blog criado em agosto deste ano sem link building

Agora compare com outro blog que iniciei no dia 7 de outubro, usando otimização on-page e link building:

Desempenho da audiência de um blog recém-criado, otimizado e com link building

Desempenho da audiência de um blog recém-criado, otimizado e com link building

Esses gráficos dizem por si mesmos porque seu site precisa de link building.

Porque sem links, não há rankings.

E sem rankings não há visitas.

E sem visitas, não há vendas.

Por isso, se você está realmente falando sério em vender através de seu site, entre em contato através do formulário abaixo e solicite um orçamento para 1 ano de serviços de otimização de sites e link building.



Rankings no Google sem um interesse legítimo no seu cliente não valem um centavo furado

Um tema recorrente neste blog é que o SEO (otimização de sites) é uma função do marketing. Rankings no Google para páginas sem uma correta orientação de marketing são esforço desperdiçado.

O que há por trás dessa expressão aparentemente tão simples – “correta orientação de marketing” – que escapa a tanta gente? Qual é o “segredo”, o “pulo do gato”, que faz um site explodir em vendas enquanto outros, às vezes com maior número de visitas, permanecem à míngua?

Eu poderia promover aqui um desfile de definições e explicações acadêmicas e técnicas e ainda assim muita gente continuaria sem entender. Por isso, vou deixar que, Dale Carnegie, um dos maiores especialistas em relações humanas que já pisou neste planeta relate uma experiência pessoal.

Em uma determinada ocasião, o senhor Carnegie se encontrava na fila de uma agência dos Correios quando disse para si mesmo enquanto observava o cansado funcionário que deveria atendê-lo: “Vou tentar fazer esse rapaz gostar de mim”. Ao chegar a sua vez de ser atendido, o sr. Carnegie resolveu elogiar os cabelos do funcionário e, como previa, o rapaz sentiu-se melhor e mais animado.

Bem, qual é a lição de marketing nesse caso? Para começar, fale sobre o que o cliente gosta, sobre o que interessa ao cliente. Faça com que as pessoas que visitam o seu site se sintam bem por estar ali. Faça com que elas comentem com os amigos, “Veja só, achei no Google este site aqui muito interessante sobre…”. Após o “sobre”, acrescente a solução de um problema do cliente.

Mas isso é apenas marketing básico. O lado avançado da teoria e da prática, que separa os vencedores doss perdedores, vem logo após o relato do caso. Novamente, devolvo a palavra a Dale Carnegie:

“Certa vez, narrei este caso em público e um homem perguntou-me depois: ‘Que queria o senhor conseguir dele?

O que eu estava procurando conseguir dele!!! O que eu estava procurando conseguir dele!!!

Se fôssemos tão desprezivelmente egoístas que não pudéssemos irradiar uma pequena felicidade e ensejar uma parcela de apreciação sincera sem procurar obter alguma coisa da outra pessoa como recompensa, se nossas almas não são maiores do que as dos maus maridos, nos encontraremos diante do fracasso que justamente merecemos”.

(Carnegie, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas. São Paulo: Cia Editora Nacional, 2003, p.150-151)

Eis aí o “segredo”, o “pulo do gato” que falta em tantos sites comerciais. Um interesse legítimo em fazer as pessoas se sentirem bem quando entram em contato com você, com sua empresa, com sua marca, com sua mensagem.

É só compre, compre, compre! As pessoas estão cansadas de vendedores que olham apenas para os próprios umbigos, para as próprias metas.

Os vendedores que não têm um interesse legítimo em prover as melhores soluções para os seus clientes soam aos ouvidos das pessoas como papagaios, com falas decoradas e sorrisos de plástico. Não têm calor, não conquistam, não convencem.

O grande segredo das vendas, seja dentro ou fora da internet, é o calor humano, a atenção e a apreciação sincera, o sorriso autêntico e o interesse real em fazer a melhor oferta do mercado, com a melhor relação entre quantidade, qualidade e custo.

Muitas pessoas abordam o mercado de uma forma cínica. Essas pessoas podem até conseguir alguns resultados de vendas no curto prazo, mas estão sempre perdendo clientes para os autênticos vendedores, aqueles que se preocupam em cultivar a confiança e o respeito dos seus clientes.

Por isso, reveja o conteúdo do seu site. O que ele diz para seus clientes? Seu site está irradiando uma mensagem positiva para seus visitantes? Ou está dizendo apenas, “ei, vem cá que eu quero enfiar a mão no seu bolso”?

Com a mensagem certa, a sua política de SEO (otimização de sites) trará resultados melhores do que você imagina. Experimente. Se precisar de ajuda, fique à vontade para entrar em contato: basta preencher o formulário seguir.

Ah, sim, claro que quero vender meus serviços para você. Mas apenas se os meus serviços forem a melhor solução para sua empresa.

Porque, acima de tudo, quero que você tenha uma excelente experiência com os melhores resultados… Uma experiência que eu possa contar com orgulho para meus amigos, clientes atuais e futuros… Uma experiência que faça você dizer aos seus amigos com absoluta sinceridade no seu coração: “contratar Alexis Kauffmann foi a melhor decisão de marketing que tomei em 2009”.

E a única maneira de conseguir esse resultado é manter sempre em primeiro plano o que você precisa obter com seu site – vender – dirigindo o conteúdo do seu site para aquilo que seus clientes querem obter no seu site – soluções honestas e confiáveis para seus problemas.



Blog corporativo e SEO para aumentar visitas em 488% e vendas em 500% em 12 meses

As técnicas do blog corporativo e do SEO aplicadas com o objetivo de vender na internet aumentaram em 488% as visitas ao site de um de nossos clientes quando comparamos com igual período de 2008. Esse resultado teve reflexo nas vendas realizadas no mesmo período, registrando um crescimento próximo a 500%.

O sucesso em vendas é resultado do marketing da vida real

Qual é o “segredo” desse sucesso? Qual é a “dica” para conseguir um resultado semelhante?

Jura que você ainda acredita em “segredinhos” e “dicas”?

Você precisa começar a acreditar no que realmente funciona na vida real: ações coerentes, planejadas e implementadas com competência e visão estratégica.

Você precisa contar com profissionais de seo e blogs corporativos que entendam que seu objetivo é vender na internet.

Não adianta aparecer em rankings no Google se o seu site não é vendedor. Também não adianta fazer um blog corporativo que é pouco mais do que um quadro de avisos.

Você precisa de um blog corporativo que conquiste rankings no Google, que conquiste leitores e promova ativamente seus produtos.

Você precisa desse blog corporativo dentro de um site vendedor e vencedor para aproveitar ao máximo suas visitas e converter esses visitantes em clientes.

Sua empresa está pronta para praticar o marketing da vida real na internet? Então preencha o formulário abaixo e entre em contato com quem sabe trazer 488% de aumento nas visitas e 500% de aumento nas vendas em 12 meses.



Web Analytics – parte 3 – Hits, Page-views, Visitas, Visitantes Únicos

No último artigo desta série sobre Web Analytics, abordamos algumas diferenças entre os diversos sistemas de contagem de acessos a seu site. Neste artigo, veremos os conceitos básicos de web analytics: hits, page-views, visitas e visitantes únicos.

No terreno do Web Analytics, o conceito com definição mais precisa é o de “HIT”. Um “hit” é simplesmente uma solicitação ao seu servidor. Desta forma, quando alguém acessa uma página do seu site, esse acesso é contabilizado como um “hit”. Mas se essa página contiver 3 fotos, cada foto será contabilizada como um “hit” adicional. Se essa página, ao ser carregada, fizer solicitações a arquivos de folhas de estilos, arquivos de javascript, vídeos e outros objetos, cada uma dessas solicitações também será contabilizada como um “hit”.

É fácil perceber que um único acesso de uma única pessoa a uma única página pode gerar dezenas de “hits”. O “hit” é, portanto, uma unidade de medida de “TRÁFEGO”, isto é, da carga colocada sobre seu servidor, não de “AUDIÊNCIA”, isto é, do número de pessoas que visitam seu site.

Todos os programas de Web Analytics definidos como “analisadores de logs” são, na prática, contadores de hits, pois é exatamente esse o dado que você encontra nos logs de seu servidor. Cada “hit” ocupa uma linha no arquivo de log, assim, basta contar o número de linhas para obter o número de “hits”.

Os programas analisadores de logs, claro, precisam ir além de contar linhas de um arquivo de texto caso queiram produzir alguma útil para efeito de compreensão do que realmente ocorre no seu site em termos de audiência. É nesse ponto em que aparecem as diferenças de interpretação, já que cada programa parte de um conjunto de pressupostos diferentes.

Um segundo conceito importante, menos preciso do que o de hit, mas mais útil em termos de caracterização da audiência é o conceito de “page-view”, também chamado de “page load”, “visualização de página”, “carregamento de página”, entre muitas outras variações de terminologia. Um “page view” é definido como o carregamento completo de uma página de um site em um navegador web. Se apenas 1 pessoa acessar seu site e visitar 30 páginas, essa única pessoa terá gerado 30 “page views”. A contagem de page-views permite ter uma noção sobre o que as pessoas fazem em seu site: quantas e quais páginas visitam, mas não permite ter uma idéia de quantas pessoas efetivamente visitaram o seu site.

Um conceito muito mais útil seria o de “visita” ou “sessão”. De fato, essa é a informação básica que a maioria das pessoas deseja saber quando instala um contador em seu site: quantas vezes uma pessoa entrou em seu site, viu algumas páginas e foi embora.

Note que o conceito de “visita” inclui as visitas repetidas da mesma pessoa, isto é, se uma pessoa entrou 10 vezes no seu site ao longo de um dia, essa pessoa gerou 10 “visitas” ao seu site.

O conceito que visa definir o número de pessoas que realizaram uma ou mais “visitas” ao seu site em um período determinado chama-se “unique visitors”, “visitantes únicos”, “visitantes distintos”, “sessões únicas”, entre outros.

É nesse ponto que os problemas se agravam. O melhor que um software pode fazer para calcular o número de “visitas” ou de “visitantes únicos” é realizar estimativas com base em pressupostos sobre o comportamento médio do usuário web. Por exemplo se, normalmente, um único computador costuma ser usado por apenas uma única pessoa, podemos supor que um único acesso de um computador específico ao nosso site é uma “visita” realizada por um “visitante único”.

O problema começa em como identificar um computador único no mar de computadores da internet. Por exemplo, se 10 pessoas em dez terminais diferentes de uma mesma rede corporativa acessam a internet compartilhando a mesma conexão com idêntico endereço IP, e todas essas pessoas acessarem seu site uma vez, teremos, na prática, 10 “visitas” realizadas por 10 “visitantes únicos”, mas nem todos os programas de análise de audiência serão capazes de contabilizar corretamente essas “visitas” ou de identificar todos esses “visitantes únicos”.

Veja na tabela abaixo os diferentes indicadores mencionados neste artigo para este site, medidos pelo AWStats em um determinado período:

Conceitos de web analytics: um exemplo real

Conceitos de web analytics: um exemplo real

Repare nas diferenças entre os conceitos: segundo o AWStats, no período considerado, 16855 “pessoas” entraram neste site 20197 vezes, visualizando 59292 páginas que realizaram 625636 solicitações de arquivos que, somados, consumiram 27.91 Gb de largura de banda. Cada um desses dados têm sua própria utilidade no processo de tomada de decisões, veremos em outros artigos  o que você pode fazer a partir de dados como esses.

O que queremos enfatizar agora é que, mesmo considerando essas variações no critérios de contagem entre os diversos programas, o importante é que um mesmo programa mantém os mesmos critérios ao longo do tempo. Esse é um dado importante, porque sugere que você deve conferir mais importância à série histórica, isto é, à evolução geral dos números ao longo do tempo, do que ao dado isolado.

Por isso, quando se trata de “número de visitas” ou de “número de visitantes únicos”, o importante não é saber se você teve exatamente 1500 ou 2500 “visitas” em um dia, mas se a tendência do número de visitas ao longo do tempo é crescente, estável ou decrescente. Se você encarar os dados de visitas com essa pequena reserva de cautela, já começa a ficar pronto para tomar as primeiras decisões com basse nesses conceitos básicos web analytics.