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32 motivos para sua empresa entrar já nas redes sociais

As empresas de hoje ainda podem ficar de fora das redes sociais? Neste trabalho realizado pela equipe de Géssica Hellmann & Cia, apresentamos 32 manchetes publicadas no grupo BizDrops entre 10 de abril e 14 de maio de 2012. O conjunto é forte o bastante para dispensar maiores argumentações e leva à conclusão inevitável: as empresas, hoje, têm apenas que fazer a opção entre liderar as redes sociais ou permitir que os concorrentes o façam em seu lugar. Para os empresários com espírito de líder, o caminho para começar é o formulário a seguir.



Pesquisa: o uso das mídias sociais nos serviços ao cliente

Nas Mídias Sociais é preciso ter a ousadia de liderar com ações inovadoras - Imagem por Géssica Hellmann

Nas Mídias Sociais é preciso ter a ousadia de liderar com ações inovadoras – Imagem por Géssica Hellmann

A empresa Sword Ciboodle associou-se à consultoria ThinkJar para conduzir um estudo junto a 400 profissionais de marketing em 10 segmentos industriais diferentes ao redor do mundo para descobrir o que eles estão fazendo em termos de prestação de serviços ao cliente nas mídias sociais, como estão medindo o retorno do investimento, como estão financiando esse investimento e que fatores consideram mais importantes. Neste artigo, apresentamos os principais resultados desse estudo, complementando, onde cabível, com observações sobre a realidade empresarial brasileira. Veja a seguir as principais conclusões.

  • Adoção: 59% das empresas pesquisadas adotaram o Twitter e 60% adotaram o Facebook, sendo que 85% das empresas que adotaram uma dessas mídias adotou também a outra.
  • Desafios: Justificar, integrar e medir os resultados continuam sendo citados como os aspectos mais desafiadores do marketing em mídias sociais.
  • Diferenças na utilização: A pesquisa identificou fortes diferenças no modo de utilização das mídias sociais dependendo do porte, segmento de mercado e geografia.
  • Melhores práticas: Embora os casos de sucesso no uso de canais de comunicação, seja na internet ou fora dela, surjam do foco nas necessidades do cliente, a pesquisa revela que apenas um terço da amostra envolve os usuários no desenvolvimento e implementação de novos canais.
  • Convicção: 89% das empresas pesquisadas afirmam que abraçar o marketing em mídias sociais é o caminho certo para suas empresas, mesmo nos casos em que há dificuldade em medir o resultado de suas ações
  • Porte: As empresas grandes desbravam o território em busca da vantagem competitiva. As empresas médias adotam lentamente as mídias sociais, dando preferência às técnicas testadas e aprovadas. Já as empresas menores observam o que fazem as maiores à espera de soluções compatíveis com suas limitações orçamentárias.
  • Integração: A probabilidade de sucesso no lançamento de canais de mídia social aumenta consideravelmente quando feito de forma integrada.
  • Mudanças: À medida que um número cada vez maior de questões relativas a serviços ao cliente são direcionadas às mídias sociais, as empresas questionam a utilidade de métricas tradicionais, como tempo de resposta e solução no primeiro contato

Além dos resultados genéricos, alguns números individuais da pesquisa são bastante reveladores. Quando questionados quanto aos fatores que causam maior impacto sobre a decisão de abrir um novo canal de atendimento e serviços ao clientes, os fatores mais mencionados foram “Solicitação de Clientes” (65%), “Concorrentes já estão fazendo” (56%) e “Pesquisa de Mercado” (56%). Por outro lado, no momento de decidir por um novo canal específico, 80% recorrem à equipe interna, enquanto o envolvimento do cliente através de pesquisa de mercado se dá em apenas 35% dos casos e a participação do usuário nas equipes de criação não passa de 20%.

O amadurecimento das mídias sociais como forma de atendimento e serviços ao cliente já é um fato constatável. Nada menos que 61% das empresas pesquisadas já oferecem esse serviço há pelo menos 6 meses, enquanto 39% têm mais de 1 ano de experiência nessa atividade.

Embora existam ambiguidades quanto à mensuração de resultados, 89% dos executivos consultados consideram que a oferta de canais de serviços ao cliente nas mídias sociais é benéfica para a empresa e 91% que traz benefícios ao cliente final. O principais benefícios citados foram a redução de custos do suporte ao cliente, desvio para a internet de chamadas telefônicas e aumento na satisfação e lealdade dos clientes.

Consequências para as empresas brasileiras

Durante toda esta série de artigos em que publicamos resultados de pesquisas conduzidas no exterior, observamos uma forte coincidência com nossas próprias percepções sobre o comportamento das empresas brasileiras nas mídias sociais. Consideramos bastante provável que estudos semelhantes conduzidos no Brasil detectassem a presença entre nós da maior parte dos fatores detectados nessas pesquisas, com algumas variações quanto à saliência de fatores individuais.

Esse estudo da Sword Ciboodle/ThinkJar não é exceção. Sendo assim, destacamos as seguintes ideias para sua reflexão, a partir de nossos registro diário de contatos com clientes e prospects, além de nossa pesquisa permanente sobre ações em mídias sociais conduzidas por empresas brasileiras:

  • Adoção: há um desejo e uma consciência crescentes quanto à necessidade de participar das mídias sociais, acompanhados de um forte receio de se tratar de um investimento sem retorno definido. A maior expectativa é que as mídias sociais favoreçam as vendas, sendo limitada a percepção do potencial de prestação de serviços pós-venda.
  • Envolvimento do cliente: Encontramos com grande frequência forte resistência às sugestões de envolvimento direto dos usuários na formulação de ações e políticas de mídia social, sendo preferida a decisão interna quanto ao que pode ser dito ou feito nas mídias sociais.
  • Porte da empresa e atitude frente à inovação: O quadro retratado na pesquisa parece se reproduzir fielmente no Brasil: os grandes testam e inovam, os médios aplicam o que já foi testado e os pequenos observam à distância. De fato, as pequenas e médias empresas precisam abrir os olhos para a oportunidade de crescimento representada pelas mídias sociais aos que tiverem a ousadia de liderá-la com ações inovadoras em vez de simplesmente copiar ações que funcionaram para os grandes.
  • Integração: Ainda observamos muitas tentativas de obter sucesso com ações isoladas vendo seus esforços neutralizados concorrentes que adotam uma abordagem integrada.

A principal conclusão que você precisa ter em mente é a seguinte: o marketing em mídias sociais está caminhando rapidamente para a maturidade. As empresas que acumularem agora experiência e consolidarem seus esforços de forma integrada nas mídias sociais estarão criando uma forte barreira à entrada por parte de novos concorrentes. Uma vez que sua empresa esteja na posse de uma posição a cada dia mais sólida nas redes sociais, ficará cada vez mais difícil, mais demorada e mais cara para os concorrentes a tarefa de conquistar o seu espaço. Por isso, convidamos você a entrar em contato agora através do formulário abaixo para começar a implementar o mais rapidamente a sua estratégia de marketing nas redes sociais.



Mídias Sociais: uma estrutura estratégica pela McKinsey

Na última semana, a consultoria McKinsey publicou um interessante artigo intitulado “Demystifying social media” (Desmistificando a Mídia Social), que apresenta conclusões a partir da experiência desses profissionais com as práticas de mídias sociais de seus clientes, além de um estudo original sobre o comportamento de compra do consumidor que batizaram de “Jornada de Compra”. Vale seguir os passos da argumentação dos autores e complementar com observações próprias sobre a realidade empresarial brasileira.

Mídias Sociais: pare de experimentar e comece a agir estrategicamente

Uma primeira observação de alto impacto para os empresários brasileiros é a constatação de que, considerando a experiência e os dados que já estão acumulados sobre o marketing nas mídias sociais, não faz mais sentido tratá-las como se fossem um “experimento”. É imperativo adotar uma abordagem estratégica capaz de canalizar o poder das mídias sociais em benefício da empresa.

A questão é que, segundo os autores, e também de acordo com nossa própria experiência e observações, a maioria dos executivos não têm a mínima ideia de como aproveitar o poder das mídias sociais. Os autores apontam duas causas para essa dúvida.

Em primeiro lugar, é difícil estabelecer uma política para como e quando influenciar as conversas dos consumidores sobre marcas, considerando a diversidade e a dispersão de comunidades e plataformas em que elas ocorrem. Além disso, um tema pode se espalhar rapidamente e desaparecer em seguida, enquanto outros temas podem gerar conversas por meses ou anos. O segundo motivo apontado pelos autores refere-se à ausência de uma unidade de medida unificada de resultados capaz de justificar o emprego intensivo de recursos humanos e financeiros a essa tarefa.

As 4 tarefas essenciais do marketing em mídias sociais

Para superar essa ambiguidade e fornecer uma estrutura clara para avaliação de investimentos, planejamento, estruturação e desempenho, os autores identificaram as 4 tarefas básicas que podem ser cumpridas nas mídias sociais. São elas:

1. Monitorar

É a tarefa passiva de acompanhar constantemente o que está sendo dito sobre a marca, a empresa, seus produtos. É uma tarefa permanente, que deve ser executada de forma ininterrupta. Mesmo sem entrar em contato com os consumidores diretamente, um programa de monitoramento deve ser capaz de informar à empresa sobre todos os aspectos que circundam sua marca, possibilitando antecipar-se a crises e identificar oportunidades em estado latente.

2. Responder e Reagir

Em determinado momento, a empresa pode ser conveniente passar da observação à ação, respondendo de forma pessoal e direta aos comentários dos usuários das redes sociais, por exemplo, para descobrir oportunidades de vendas ou prestar serviços ao cliente no pós-venda. Na maior parte dos casos, essa tarefa exerce um papel no gerenciamento de crises. Esta é uma tarefa cuja importância tende a crescer, já que as respostas proverão uma oportunidade de gerenciar percepções sobre a marca, neutralizando o efeito dos comentários negativos e reforçando o efeito dos comentários positivos.

3. Amplificar

“Amplificar” é a tarefa de marketing que se dirige a motivar os clientes a compartilhar e engajar-se em torno de sua marca. Isto significa que os conceitos centrais das campanhas em mídias sociais devem convidar os clientes a uma experiência que eles possam estender através de uma conversa sobre a marca, o produto ou a empresa com outros clientes e entusiastas. Uma vez que o cliente tenha decidido comprar o produto, a empresa pode usar as mídias sociais para amplificar o engajamento dos clientes e desenvolver a lealdade à marca, desenvolvendo e mantendo comunidades sobre marcas e produtos com o objetivo de resolver a ansiedade pós-compra, assegurando aos clientes sobre a qualidade de sua decisão de compra e fornecendo informações sobre como obter o máximo do produto adquirido.

4. Liderar

As mídias sociais podem ser usadas proativamente para liderar consumidores ao longo de mudanças comportamentais a longo prazo, uma tarefa que pode envolver o aumento da consciência da marca através da canalização de audiência para conteúdo sobre produtos e serviços existentes e criar burburinho em torno de lançamentos de produtos.

Finalmente, as mídias sociais também podem ser usadas para solicitar as opiniões pós-compra dos clientes, levando a uma de pesquisa de baixo custo para desenvolvimento e melhoria de produtos.

Um mapa estratégico para as ações em mídias sociais

Sendo assim, os executivos não podem mais tratar as mídias sociais como uma tarefa auxiliar. Uma política consistente de mídias sociais abre o caminho para excelentes oportunidades de:

1 – Criar novos ativos para a marca, como conteúdo criado por consumidores ou ideias a partir de seu feedback,
2 – Abrir novos canais para interações,
3 – Reposicionar completamente uma marca através da interação da empresa com seus clientes e demais públicos de interesse.

Ao articular as 4 tarefas básicas do marketing em mídias sociais com as fases do processo de compra do consumidor, os autores formataram um “mapa do terreno” essencial para orientação estratégica, definição de atividades, objetivos, investimento, desempenho e retorno.

Figura 1 – Mapa estratégico do marketing em mídias sociais. Fonte: McKinsey Quarterly.

Figura 1 – Mapa estratégico do marketing em mídias sociais. Fonte: McKinsey Quarterly.

Embora seja possível atuar em todos os pontos do mapa ao mesmo tempo, na prática cada empresa deve identificar em seu próprio mercado quais são os pontos críticos em seu em que ela tem maior probabilidade de obter os melhores resultados e focalizar seus esforços em ações nesses pontos-chaves.

O impacto das mídias sociais deve ser medido muito além de métricas frias de volume de tráfego: é possível e necessário determinar a” nuvem de burburinho” em torno da marca e então calcular como a mídia social poderá ser usada para induzir o comportamento de compra, usando esse conhecimento como fundamento para todas as ações que serão desenvolvidas a seguir.

Precisa de ajuda para deixar de experimentar em mídias sociais e definir sua estratégia de ação? Entre em contato através do formulário a seguir!



Como criar promoções nas redes sociais

Spam Não, Interação Sim: As pessoas entram nas redes sociais em busca de interações - imagem por Géssica Hellmann

Spam Não, Interação Sim: As pessoas entram nas redes sociais em busca de interações – imagem por Géssica Hellmann

Pesquisa da empresa ExactTarget revela que a esmagadora maioria dos usuários americanos, a princípio, não está disposta a receber mensagens promocionais nas redes sociais. Especificamente, a empresa indagou qual seria o canal preferido para receber mensagens promocionais de empresas previamente autorizadas a fazê-lo, ou seja, excluindo o spam. O resultado está na tabela a seguir.

Canal Preferência
Email 77%
Mala Direta 9%
SMS 5%
Facebook 4%
Telefone 2%
Twitter 1%
Aplicativo para celular 1%
Linkedin 0%
Tabela 1: Canais preferidos para recepção de mensagens promocionais. Fonte: ExactTarget – http://exacttarget.com/

A mensagem para as empresas é simples: chega de “fazer social”, é preciso “ser social”. As pessoas entram nas mídias sociais com o objetivo primário de interagir com as pessoas de quem gostam e conhecer novas pessoas. Assim, sua empresa precisa saber comportar-se como uma pessoa real nas mídias sociais, uma pessoa de quem elas possam gostar. É preciso, primeiro, criar familiaridade para conquistar a confiança. Fazer-se presente, oferecendo antes de pedir, doando informação útil antes de vender seus produtos ou serviços.

Sendo assim, é fácil entender porque os resultados do investimento em mídias sociais têm um caráter cumulativo e tendem a aumentar em função do tempo semanal investido e do tempo total de investimento, como comprova a pesquisa que apresentamos no artigo “Pesquisa revela os principais benefícios das mídias sociais na visão dos executivos de marketing”.

Pense bem: o que você acha das pessoas só procuram por você quando querem pedir alguma coisa? Imagine agora uma pessoa que se apresenta a você em uma festa de família já abrindo um catálogo de produtos e uma tabela de preços!

Assim, se você ou sua equipe não dispõem de tempo para construir um relacionamento pessoal nas mídias sociais, é preciso terceirizar essa atividade para uma empresa disposta a encarar essa tarefa em tempo integral. Uma empresa que vá além da simples divulgação de ofertas de produtos e se dedique com determinação ao objetivo de conquistar para sua marca a confiança dos seus clientes e prospects, de modo que eles sempre deem boas vindas às mensagens promocionais recebidas nas redes sociais. Para saber mais, basta entrar em contato através do formulário a seguir.



Pesquisa: líderes devem engajar-se nas mídias sociais

Líderes empresariais devem engajar-se nas mídias sociais - Imagem por Géssica Hellmann

Líderes empresariais devem engajar-se nas mídias sociais – Imagem por Géssica Hellmann

Como vimos no último artigo, os próprios executivos de marketing têm consciência dos benefícios das mídias sociais para sua estratégia de negócios. Porém, muitos líderes empresariais e executivos do topo da hierarquia das empresas permanecem ausentes das mídias sociais, embora já seja possível observar a presença constante de alguns desses, sendo um bom exemplo brasileiro o perfil de Eike Batista no Twitter. Assim, surge a questão inevitável: a participação de líderes empresariais nas mídias sociais pode ou não beneficiar suas empresas?

Em busca de respostas a essa questão, a empresa BrandFog realizou um estudo consistindo de 13 perguntas dirigidas a centenas de funcionários de todos os níveis hierárquicos de empresas cujo porte variava desde startups a empresas presentes nas 500 maiores empresas do ranking da Fortune, abrangendo uma ampla seleção de setores e regiões geográficas. Acompanhe a seguir o principais resultados dessa pesquisa.

  • Preparo para desafios: 81% dos respondentes afirmaram que os líderes empresariais engajados nas mídias sociais estão mais bem equipados para liderar suas empresas no mundo da web 2.0.
  • Relacionamentos melhores: A maioria dos respondentes acredita que os líderes que participam das mídias sociais podem estabelecer melhores relacionamentos com clientes (89,3%), funcionários (84,7%) e investidores (66,3%).
  • Comunicação, imagem e transparência: A participação dos líderes empresariais nas mídias sociais conduz a melhor comunicação (78%), melhor imagem da marca (71%) e maior transparência (64%).
  • Importância estratégica: O engajamento do CEO nas mídias sociais é considerado muito importante para a empresa por 86% dos respondentes.
  • Confiança: 82% acreditam ser mais fácil confiar em uma empresa cujos líderes participem nas mídias sociais.
  • Intenção de compra: 77% são mais inclinados a comprar das empresas com maior participação das lideranças nas mídias sociais.
  • Valores e reputação da empresa: 93% veem melhorias na comunicação dos valores corporativos, na moldagem da reputação da empresa e na capacidade de liderar em tempos de crise.
  • Imagem da marca: Nada menos que 94% veem melhorias significativas na imagem da marca.
  • Responsabilidade social: A comunicação dos valores de responsabilidade social da empresa é melhorada para 92% dos respondentes.
  • Ambiente de trabalho: 78% dos respondentes declaram sua preferência por trabalhar nas empresas com maior participação dos líderes nas mídias sociais.

Após essas 10 perguntas sobre a percepção, a BrandFog dirigiu 3 questões sobre a atuação real dos executivos e da empresa em que os respondentes trabalhavam.

  • Atuação da empresa nas mídias sociais: as mídias mais citadas foram o Facebook (81%), o Twitter (79,3%), o Linkedin (72%) e o blog corporativo (56%).
  • Atuação do CEO nas mídias sociais: Comparativamente, a atuação do CEO nas redes sociais é baixa, sendo mais frequente no Twitter (50,3%), no Linkedin (47%), no Facebook (45%) e no blog corporativo (38%).
  • Presença dos líderes nas mídias sociais da empresa: As respostas mais frequentes revelaram a presença do CEO em 47,4% dos casos e de nenhum executivo de topo em 30,2% das respostas.

A conclusão inevitável desse estudo é a de que embora a participação dos líderes nas mídias sociais envolvam grande consumo de tempo e uma certa dose de risco que vem do excesso de exposição, é fato que os líderes empresariais dos próximos anos deverão incluir entre suas habilidades a capacidade de expor estrategicamente sua própria imagem e nome nessas mídias. Cada vez mais, funcionários e clientes esperam que os líderes empresariais sejam capazes de expor, defender e vender suas ideias, práticas e produtos, endossando com sua imagem as ações de suas empresas. Assim, se você é um líder empresarial e ainda faz ideia de como iniciar sua atuação nas mídias sociais, entre em contato através do formulário a seguir.